sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Onde está o sonhador?
Quero falar do sonho como criação, como ideal que imaginamos, como o delírio que tantas vezes desenha a estrada de nossos planos, metas, propósitos, tanto na busca pela realização concreta como tão somente na deliciosa e lúdica experiência de exercitar a capacidade de brincar consigo mesmo.
Porque sonhos são fundamentais e nem sempre são fundamentais porque estão dentro da gente, mas porque estão dentro de quem está do lado da gente. O mundo de gente que sonha e projeta é tão importante e profícuo quanto o mundo de gente que executa, que realiza, que torna real e palpável. E não há erro em sonhar tanto quanto não existe equívoco no pensamento concreto, cartesiano, linear. As duas faces se completam e são mais ou menos preponderantes em nossa personalidade, da mesma forma que estão profundamente relacionadas com a forma, com a ferramenta que escolhemos para seguir adiante e, tantas vezes, com as pessoas que escolhemos para viver adiante.
Talvez fosse interessante pensarmos em um discurso que é comum em treinamentos de liderança, mas que - pelo menos ao meu olhar - traz consigo uma confortável verdade. Dentre os vários arquétipos de personalidade, três são bastante importantes e estão presentes em todos nós, embora em níveis diferentes. São o sonhador, o executor e o crítico. Experimente pensar um pouco sobre isso e definir: que arquétipo é mais presente em você? Qual deles expressa melhor o seu comportamento e escolhas?
Pois os três são fundamentais em nossa vida pessoal e profissional. O sonhador é a figura clássica daquele que cria, que ousa, que propõe, que instiga, que permite o navegar do delírio em direção a um propósito às vezes tão distante quanto difícil, mas que aos olhos dele é sempre factível na mesma medida que é estimulante.
O executor é quem faz, quem torna real, quem transforma o sonho idílico em ferramenta palpável, quem faz dos planos, o traçado da estrada, o trilho, a realização.
Já o crítico é aquele que argumenta, que levanta dúvidas, que cria objeções, que olha de fora ou de dentro e se permite fazer a pergunta clássica: mas por quê não fez diferente?
O erro básico se revela quando o crítico exerce seu poder de argumentar sobre o sonhador. Não! Não se pode impedir o sonho, não há crescimento sem sonho, não há evolução, pessoal ou profissional, sem a criação, sem o desejo, sem o delírio. O crítico existe para balizar a ação de quem realiza, daquele que faz do sonho um plano real porque é nessa hora que as argumentações serão soberanas, permitindo uma análise racional onde olhar para o lado pode significar ver o que não nos tinhamos permitido ver antes.
Somos todos sonhadores, executores e críticos, mas somos sempre mais e melhor em alguma dessas vertentes. Não podemos ser críticos dos sonhos de ninguém e muito menos dos nossos próprios sonhos. Mas podemos e devemos ser críticos da execução, até porque crítica não é ou pelo menos não deve ser condenação. É tão somente argumentação, discussão. Nem tudo que é discordante necessariamente deve virar conflito.
Ter um sonhador por perto ou dentro da gente é tão bom quanto ter um realizador dentro ou perto da gente. Um crítico na medida certa também é bastante eficaz. Podemos ser felizes vivendo com os três. E, pode ter certeza, mesmo nas famílias mais conservadoras, ninguém vai achar estranho.
Final de semana de sol e lua cheia! Amém! Beijos
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Falando sobre belezinhas
Na verdade, nossa troca durante os comentários do post sobre produtos para cabelos, foi absolutamente maravilhosa e graças a isso, eu conheci o “Beleza na web” , site indicado pela minha amiga Pri, que desde que conheci, acompanho diariamente as promoções, que chegam a ser de até 60% de descontos nos seus produtos!!! (só para constar, quero deixar claro que está não é uma propaganda paga, e sim uma indicação pessoal minha). Eu e várias amigas já compramos através dele, e podemos atestar que os produtos chegam direitinho e super rápido!
Desta vez eu apostei nos produtos da Kérastase. Escolhi a linha óleo-relax e comprei o shampoo, a mascara de tratamento – que estou fazendo uso diário no lugar do condicionador – e o fluído finalizador, este último um dos melhores produtos que já usei! Meu cabelo pode estar completamente arrepiado e cheio que é só passar algumas gotas do produto que ele fica totalmente domado e sedoso! Amei!
Eu gostei mais do shampoo da Sebastiam, mas preferi a mascara de tratamento do Kérastase. O finalizador então, não tenho palavras para descrever, é simplesmente mágico? De qualquer forma as duas experiências foram muito boas, tanto os produtos da Sebastian quanto os da Kérastase fizeram muito bem aos meus fios!
Ando numa fase super consumista, acho que depois da fase mãe exclusiva, estou resgatando a minha vaidade feminina e eu estou curtindo tudo o que envolve este “mundo mulherzinha”, incluindo roupas, sapatos e produtos de beleza!
Outra coisa que tem feito parte da minha rotina diária, é o uso de hidratante. Nunca fui de ter muito saco de passar hidratante, mas sempre tive uma coleção deles! Minha irmã, é viciada nos hidratantes da Vitoria’s Secret e aproveita cada viagem da minha mãe para pedir mais alguns frascos. Resumo da ópera, minha mãe compra os hidratantes para ela e eu sempre acabo levando um de brinde, mas como não usava todos os dias, fui fazendo coleção dos mais diversos e deliciosos perfumes dos hidratantes da marca.
Agora, ando me doutrinando a passar o tal do hidratante todos os dias, e não é que a minha pele em menos de 15 dias já é outra?! Não levava muita fé que o uso diário pudesse realmente fazer tanta diferença! Estou prometendo a mim mesma que nunca mais deixo de usar e olha que isso não é nenhum grande esforço, afinal os aromas são enfeitiçar qualquer um! Os aromas oferecidos pela marca são:
Romantic Wish (de melancia),
Straberries & Champagne (Morango com Champanhe),
Sweet Templation (Framboesa),
Vanila Lace (Baunilha),
Blossoming Romance (notas florais de pétalas de violeta, framboesa e baunilha), Midnigt Mimosa (notas de cedro, violeta e frutas),
Honeysuckle Belle (mistura frutal de madressilva, âmbar e laranja),
Sweet Daydream (combinação de maçãs, framboesa e baunilha)
Amber Romance (Baunilha com Rosas Brancas),
Endless Love (Floral),
Forbidden Fantasy (Manga, Romã e Jasmim),
Forever Romance (Uva, Flores e Violetas),
Pear glacê (Pêra),
My Disire (Jasmim, Manga e Toronja),
Pure Seduction (Ameixa com Melão).
1- Straberries & Champagne – Este eu acho que é a preferência mundial e eu acredito que muitas de vocês vão concordar comigo que este é o melhor e mais conhecido cheirinho da marca.
2- Endless Love
3- Secret Charm
4- Amber Romance
5- Pear glacê
Fora estes que estão na prateleira do meu armário, um que eu amo de paixão é o Vanila Lace, que tem um cheirinho tão delicioso que chega a ser quase apetitoso na minha opinião! Pena que o meu acabou... Estou providenciando um frasco novo em breve, já que minha mãe tem uma viagem agenda e eu vou aproveitar a deixa para fazer uma encomenda.
Agora eu quero saber, quais são os seus perfumes preferidos da linha da Vitoria’s Secrets? E para o cabelo, o que vocês acham dos produtos da Kérastase? Alguém tem um tratamento para cabelos sofridos e fracos pela amamentação, que seja verdadeiramente efetivo para me indicar?
Beijos e até a semana que vem!!!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Vitória nossa de cada dia [editado]
Não temos aceite o que não se entende porque não queremos passar por tolos.
Temos amontoado coisas e seguranças por não nos termos um ao outro.
Não temos nenhuma alegria que não tenha sido catalogada.
Temos construído catedrais, e ficado do lado de fora pois as catedrais que nós mesmos construímos, tememos que sejam armadilhas.
Não nos temos entregue a nós mesmos, pois isso seria o começo de uma vida larga e nós a tememos.
Temos evitado cair de joelhos diante do primeiro de nós que por amor diga: tens medo. Temos organizado associações e clubes sorridentes onde se serve com ou sem soda.
Temos procurado nos salvar mas sem usar a palavra salvação para não nos envergonharmos de ser inocentes.
Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer a sua contextura de ódio, de amor, de ciúme e de tantos outros contraditórios.
Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar a nossa vida possível. Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa.
Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada.
Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa. Falar no que realmente importa é considerado uma gaffe.
Não temos adorado por termos a sensata mesquinhez de nos lembrarmos a tempo dos falsos deuses.
Não temos sido puros e ingénuos para não rirmos de nós mesmos e para que no fim do dia possamos dizer «pelo menos não fui tolo» e assim não ficarmos perplexos antes de apagar a luz.
Temos sorrido em público do que não sorriríamos quando ficássemos sozinhos. Temos chamado de fraqueza a nossa candura.
Temo-nos temido um ao outro, acima de tudo.
E a tudo isso consideramos a vitória nossa de cada dia."
Parei pra pensar que somos tão econômicos nos sentimentos, nas sensações. Não declaramos nossos amores por medo, vergonha... por tolice! Não somos inteiros em várias relações pq se entregar é estar vulnerável, é correr riscos. é poder se machucar e também poder ser feliz! e quantas e quantas vezes temos medo de sermos felizes??!
Enfim, divagações de uma Criativa!
Espero que as palavras de Clarice nos faça refletir e mudar atitudes econômicas quando o assunto é sentimento e emoção! Que nos desafiemos a sermos mais inteiros a cada dia... por nós!
***
Espero voltar semana que vem com algo menos corrido, mas a vida por aqui está uma loucura!! Quando vejo já é terça e dia de fazer o post!! Desespero e crise existencial bloguistíca! rs Trabalhos com dead line, emails mil pra responder, muitas questões práticas e burocráticas da vida pessoal pra cuidar. Musculatura pedindo atenção de novo, mais um episódio de dores, desta vez torcicolo, que me fez cair dentro do antiinflamatório de novo e cancelar trabalhos... enfim, algo sai sacrificado e os blogs estão sendo! Dá desespero pensar na quantidade de evento que tenho pra postar no blog Beta Bernardo! Aff...
Bom que vcs tem paciência comigo, né?
Nos vemos semana que vem... não desistam de mim! ;))
Bjks, Beta
Eu tenho sim priorizado a saúde e meu bem estar! Reduzi o ritmo, aforuxei a agenda, que agora não permito que fique abarrotada sem tempo pra mim, tiro dias de folga! O episódio do torcicolo pode ser muito bem explicado...
Então, no fim de semana fui fotografar um casamento em Teresópolis com a Jann La Pointe! Foi lindo, dia maravilhoso, cerimônia na beira do lago, friozinho bom. Quem em acompanha no Twitter viu as fotinhos até do relax. Mas na hora do trabalho eu caio dentro messsmo! E o resultado foi esse flagrante que a Jann me mandou. Essa mesa em cima de mim, não sei o que ela estava fazendo aí, é a mesa do bolo! srsrs
Enfim, acho que depois de peripécias assim não tem como um pescoço resistir, não é mesmo? rs. Mas eu adorooooo! rs
E viva a caipirinha com as amigas regado a um bom bate papo! rs...
Bjks
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Yoga, Movimento, Harmonia e Perfeição
“Os Asanas são posições específicas do corpo que abrem os canais de energia e centros psíquicos. Eles são ferramentas para elevar a consciência e prover uma fundação estável para nossa auto-exploração do corpo, respiração, mente e espírito. Os hatha yogues também entendem que desenvolvendo o controle do corpo com o asana, a mente também será controlada.”
Swami Satyananda Saraswati
Atividades físicas e saúde
Os benefícios proporcionados pelas atividades físicas e pelo esporte já se tornaram lugar comum e uma unanimidade entre os profissionais de saúde. Mas como o yoga, ou o Tantra Yoga especificamente pode se relacionar com isso? Qual o objetivo do movimento ou da atividade física no yoga? De pronto podemos afirmar que um dos resultados mais diretos da prática do yoga, o aprimoramento das capacidades físico-anatômicas, não é o objetivo precípuo desta prática, e sim um meio ou um caminho para que seja atingida sua verdadeira meta. Ter um corpo saudável, bonito e flexível não é um fim em si para o yoga. Embora desejável e necessário o incremento das capacidades físicas do corpo é um dos passos para que seja alcançado o equilíbrio da personalidade, objetivo específico da prática tântrica. Afinal, como sabemos, o corpo e a mente não são entidades separadas. Assim, quando atuamos no corpo, atuamos simultaneamente na mente (aí incluídas as emoções e o subconsciente) e vice-versa.
O Movimento no Yoga
Poderíamos afirmar, de forma sintética, que a prática tântrica visa o equilíbrio da personalidade através da perfeição e harmonia do movimento. Visto através da perspectiva tântrica, a perfeição do movimento é obtida não através da repetição de um modelo perfeito de postura, ou do extrapolamento dos limites corporais, como podemos observar em revistas e livros do gênero, o que nos leva a pensar: nunca vou conseguir fazer isso! Não estamos falando aqui de exibições circenses ou mesmo de ginástica olímpica ou rítmica, belos esportes, onde o aspecto estético, para ser visto de fora, é o que mais importa. Na prática tântrica a única competição é contra os nossos próprios limites pessoais, contra nossos eventuais bloqueios físicos, emocionais e psicológicos. Há a busca da superação de si mesmo a cada momento e não da imitação de um modelo estético exterior predeterminado. Cada indivíduo é convidado a conhecer profundamente seu corpo, suas limitações e aprender a superá-las pouco a pouco, sem ansiedade, pois não é possível pular etapas. Devemos vivenciar cada estágio evolutivo da prática pessoal em sua plenitude.
Movimento sem movimento?
Outra peculiaridade do movimento no yoga é que também existem movimentos estáticos nos quais é alcançada uma postura (ou asana, em sânscrito) onde se permanece algum tempo imóvel. Embora aparentemente estática à primeira vista, a postura é precedida de um processo de “montagem” que é tão importante quanto o seu resultado final. Cada estágio do movimento que direciona para formação do asana, prepara o corpo para que sua posição final se torne completa e perfeita. A pose ou postura final funciona, dessa forma, como a coroação de uma série de movimentos harmônicos e perfeitos efetuados preliminarmente. E então, quando se chega ao asana proposto, embora o corpo esteja aparentemente imóvel, um grande fluxo interno de movimentos está acontecendo. Seu corpo procura manter-se em equilíbrio, direcionando sua atenção e energia para determinadas partes do corpo. Sua mente precisa permanecer focada para que você comece a perceber quais músculos e tendões estão sendo exigidos e você começará a perceber que apenas algumas partes do corpo precisam fazer força enquanto outras devem permanecer relaxadas. E quando, num estágio posterior, consegue-se permanecer confortável na postura, começa-se a entrar em contato com os efeitos do asana em toda sua plenitude, percebendo esse turbilhão de movimentos internos que ocorrem nos níveis físico, energético e psicológico.
Através do movimento perfeito e harmônico do corpo é induzido um estado em que o fluxo energético corporal alcança um equilíbrio dinâmico entre corpo, emoção, mente e espírito, harmonizando as duas faces da dualidade: o aspecto masculino, simbolizado por Shiva, e o aspecto feminino, simbolizado por Shakti. Assim, conecta-se o sol com a lua, o lado direito com o lado esquerdo, a ação e a comunhão, ou como afirma Georg Feuerstein:
“Na terminologia hindu (tântrica), o amor perfeito é o que se dá entre Shiva e Shakti, entre o aspecto tranqüilo e imóvel do Todo (concebido como masculino) e seu aspecto dinâmico (concebido como feminino). O Deus Shiva e a Deusa Shakti entregam-se eternamente um ao outro num abraço beatífico. Ou seja, o Absoluto ou Realidade Divina é o seu próprio sacrifício: é Ser e Vir-a-Ser, Estado e Processo.”
Quando conseguimos atingir este Amor Perfeito, caminhamos rumo à Unidade e percebemos que já somos e sempre fomos aquela felicidade que tanto buscávamos.
Um Grande Abraço!
Ricardo Coelho
Visite meu blog: www.vatayana.wordpress.com
Apresento Ricardo Coelho – meu professor de yoga
Ricardo Coelho Iniciou sua prática no Yoga em 1996 com a professora Yeda Aldrighi, com a qual foi iniciado nos fundamentos básicos do Hatha Yoga e ViniYoga. É praticante de Dakshina Tantra e discípulo de Paulo Murilo Rosas desde 2003. Formou-se como Profissional de Dakshina Tantra Yoga pela Associação Brasileira de Dakshina Tantra Yoga (2003 a 2005). Foi professor do Kailasa, Academia do Prof. Paulo Murilo Rosas, em 2004/2005( Copacabana, Rio); Espaço Essencial (São Francisco, Niterói) e Núcleo Dalillah Zhuk (Icaraí, Niterói). Co-fundador do Bhadrajaya – Núcleo de Yoga, Shiatsu e Terapias, que funcionou de 2006 a 2009. Atualmente é dirigente e professor do Vâtâyana, Yoga e Terapias, em Icaraí, Niterói. É Presidente da ABDTY - Associação Brasileira de Dakshina Tantra Yoga (2008-2010) e professor titular do Curso de Formação de Profissionais de Dakshina Tantra.
Gostaram da surpresa de hoje?! Toda terça-feira, há 9 meses, antes mesmo de postar faço a minha aula de Yoga. E vim aqui para dizer que hoje em dia é a minha maior terapia… um encontro comigo mesma e descobertas de quem realmente eu sou. Acho que sai tudo de dentro durantes as aulas. As coisas boas e ruins que, quando estão de fora, escolho com qual delas quero ficar, manter comigo, utilizar no meu dia a dia. As outras dispenso e entendo que já passou. É assim que sinto a minha yoga. Espero que aproveitem o ensinamento, e visitem o blog. As aulas do Ricardo são em Niterói – Icaraí e vale a pena experimentar, eles oferecem diversos horários e aulas individuais. Ah, tem também para as crianças, começar desde pequeninho é uma certeza de dias melhores como adultos. Claro abaixo as fotos do espaço Vâtâyana, Yoga e Terapias, o Professor Ricardo Coelho e a aula de hoje. (Agradecimento também a Márcia – mulher do Ricardo, que também estava fazendo a sua prática de yoga na hora das fotos).
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Internetês? Que língua é essa?
Fui adolescente em um tempo onde os bilhetes eram escritos a mão (e, geralmente, direcionados a uma única pessoa). Obviamente, não existiam os emoticons. Para dizer que eu estava triste ou feliz com alguma coisa, eu tinha que explicar a coisa, palavra por palavra. No entanto, eu sempre soube fazer a diferença entre o que eu queria que fosse dito e levado pelo vento daquilo o que eu queria que ficasse registrado. Um bilhete nunca teve o peso de uma carta — nem os que eu recebia, nem os que eu escrevia.
Particularmente creio que os jovens de hoje também sabem fazer a diferença; da mesma forma que percebo que eles têm muito mais habilidade para lidar com o internetês que qualquer adulto. O que mudou foi a forma como as tribos passaram a lidar com a escrita: se antes eu tinha vergonha de escrever errado, hoje parece que o errado é sentir vergonha.
Enquanto estamos vivendo a revolução da informação — que será analisada historicamente daqui a alguns anos — é difícil afirmar que essa moda vai passar, talvez até piore. Outro dia ouvi um debate entre alguns filólogos, onde um deles afirmava que as gerações futuras não grafarão mais, apenas apertarão teclas. Será que chegaremos a nos comunicar por telepatia?
Mais do que a forma de expressão que se estabelece entre os jovens hoje, me preocupa o conteúdo. O que percebo (fazendo parte da revolução) é que muito se fala sobre tudo e pouco se apreende. O que o internetês denuncia? A velocidade da informação está produzindo um novo tipo de ‘escrevente’? O ‘escrevente’ de hoje tem alguma coisa que realmente queira deixar registrada? Ou, em não tendo o que dizer, prefere escrever inúmeros, rasos e inconsistentes bilhetes virtuais?
Com mais perguntas que respostas, pense você também sobre isso!
E finalizando, alguém aí me diz o que significa “rs ta né :)>”?
( esse texto é de autoria da minha amiga, Jane Castelo, e está publicado também no blog www.estudosecompanhia.blogspot.com, um espaço que pertence à central de estudos, Estudos & Cia, e que é um projeto onde estou envolvida também. Confiram por lá, confiram por aqui, pensem no assunto. Mas se alguém souber o que quer dizer "rs ta né:)>" , por favor nos informe)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Deixar morrer é que é dolorido demais
Penso muito nesse assunto essa semana. Respeito os que acreditam que está tão somente no recolhimento a fórmula para descobrir como enfrentar a criança que, em nós, teima em não crescer e, em não crescendo, busca sempre o canto da casa onde os monstros parecem não conhecer, no lugar secreto embaixo da cama onde imaginamos construir a fortaleza inacessível ao lobo mau. Mas é que existe uma incompatibilidade entre recolhimento para reflexão e esconderijo para simular um encontro consigo mesmo quando nunca sequer experimentamos o caminho.
Para enterrar histórias é preciso resolver histórias. Nem que a resolução seja simplesmente guardá-la na arca secreta cujo mapa de acesso rasguei em mil pedaços. Por que àquele assunto, àquela lembrança, àquela história não quero mais voltar. E sou capaz de matar tudo isso dentro de mim ou fazer adormecer quando amadureço o suficiente para entender que deixei de ser a criança de calças curtas onde o pensamento concreto me impedia a dor do ônus e do bônus da abstração. Como porque tenho fome. bebo água porque tenho sede, choro porque molho as fraldas. Um dia cresço e sinto dor no peito quando sou rejeitado, quando interpreto mensagens, lendo nas entrelinhas os pequenos sinais que a idade adulta me permite perceber e a elas também reagir.
Somos sempre muito sozinhos nas nossas dores e escolhas. Mas só existimos e crescemos no que somos capazes de aprender através do que os outros nos permitem ver em nós mesmos. Milton Nascimento e Ronaldo Bastos fizeram juntos uma cancão chamada Menino, e de onde retiro hoje três frases: "Quem cala, morre contigo. Mais morto que estás agora. Quem grita, vive contigo".
Compreendo a escolha pelo encontro consigo mesmo. Mas quando esse encontro significa mergulhar na redoma indestrutível da proteção que só nos faz novamente indefesas crianças, não consigo perceber como é possível se encontrar se só procuro me perder no silêncio. Não estou com ninguém quando não estou nem mesmo comigo. E tantas vezes essa dolorosa sensação de que estivemos em silêncio tanto tempo, embora tantas vezes falando animadamente, só é percebida quando alguém, quando o outro, um outro bem importante, te lembra da dor que sua ausência tem provocado.
Viver também é testemunhar, é interferir, é simbolicamente matar e fazer nascer. Deixar morrer é que é dolorido demais.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
E a TPM me possuiu!
Beta
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Produção completa – Festa de 90 anos da vovó!
Bem, na semana passada comecei contando a produção da festa da minha vovozinha de 90 anos. Mas, ainda não acabei… gostaria de postar por aqui todo o restante da produção.
A Missa
Começamos com uma Missa de agradecimento, em uma pequena capela. Estávamos lá, os tios e tias, netos e bisnetos. Juntos rezando e nos emocionando com um profundo sentimento de agradecimento por ela ter começado essa família.
Chegando na festa
A casa estava preparada e toda arrumada, optamos por uma produção caseira, e o responsável mais uma vez, foi o amigo Cláudio – que como disse no post anterior, foi quem fez a produção do cardápio da festa.
Fizemos uma grande e bem servida mesa de frios – produção independente - compramos tudo em lojas de frios e arrumados tudo nas bandejas de vidros. Com arranjos embelezamos a mesa principal. Nela tinha todos tipos de queijo cortado, pastinhas, torradas, frutas secas e pauzinhos com queijo de búfala, manjericão e tomate seco.
Para completar servimos, 3 tipos de “finger foods”. Caldo de abóbora com gorgonzola, creme de couve-flor e bobó de camarão. Montamos uma mesa com uma cascata de chocolate para servir com frutas no palito, com diversos tipos de doces em calda e chuvisco. Uma mesa do bolo separada com os docinhos de festa. Para o final e saída, uma mesa com licores e copinhos de chocolate.
Tudo muito simples, mas bem arrumado e organizado, funcionou super-bem. E a festa foi um sucesso!! Parabéns vovó… a festa foi linda. Adoramos ajudar a fazê-la!!
Espero que tenham curtido essa produção… que venham outras.
Resistindo à tentação de investigar na internet
Pois a dica de hoje é sobre um bom aplicativo que pode ajudar quem não consegue se livrar do irresistível desejo de saber de alguém, de encontrá-lo na grande rede, seja no google ou mesmo nos facebook, twitter, orkuts da vida. Nem sempre é possível resistir, não é? Nesses casos, a tecnologia também pode ser muito útil. O aplicativo instalado no computador, e no qual você pode cadastrar até cinco nomes, faz com que toda a vez que esses nomes estiverem disponibilizados na internet, seja onde for, para você aparecerão sempre em branco. Embora resistir por escolha própria seja melhor, se não for possível, delete os nomes indesejáveis do seu computador. Não veja, mesmo que tenha vontade. Pode ser uma grande ajuda. Afinal, segundo as pesquisas mais recentes, a população mundial gasta 22% de seu tempo navegando em redes sociais e blogs.
Para instalar é simples: acesse o site blockyourex.com ( é seguro, pode ter certeza); escolha o navegador que você usa ( Firefox, Chrome, IE ou outro) e complete o formulário com os nomes ou links que você não deseja mais ver. São até cinco nomes. Clique em "Download Your Blocker!". Programa instalado, faça o teste. Busque o nome da pessoa e ele aparecerá em branco.
Seus problemas acabaram? Não sei! Mas que é uma tentativa, sem dúvida é.
Beijo
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Quando o assunto é traição....os casos que ouço por aí!
Então, vou abrir o livro dos casos e histórias que escuto por aí. Tudo bem discreto, sem nomes ou possibilidade de identificação. Certamente, os envolvidos irão se reconhecer. Vamos dizer assim que ouvi as histórias e que todas me foram contadas por amigas. Não é verdade, mas para dar o tom certo, vamos imaginar que todas envolvem pessoas a quem conheço. Mas é que são histórias tão curiosas, algumas delas até engraçadas, tamanha a volúpia que toma conta dos envolvidos, e que faz, tantas vezes, com que os casos de infidelidade quase cruzem a barreira insólita do "não sei como ninguém percebeu". Será??
Primeira história:
Tenho uma amiga que, não faz pouco tempo, sentou na minha frente e disse: "Preciso te contar uma história hoje". E começou a contar. Disse que estava tendo um caso com um cara casado há quatro meses. Ah.. ela é casada há 15 anos, tem uma filha de 23 anos, do primeiro casamento e que está grávida, e um menino de 12 anos, do segundo e atual casamento. O marido tem dinheiro, embora seja alguém de quem ela fala como "um saco, mas de quem não vou me separar porque gosto da vida que ele me oferece". Disse que conheceu o amante há cinco anos quando resolveu fazer outra faculdade. Ele era o professor de uma das matérias. Conta ela que assim que entrou na sala no primeiro dia de aula com o dito cujo, pensou: "Isso não vai prestar". Sempre manteve com ele uma relação de aluna e professor, mas com olhares e uma tentativa clara de sedução. Mas nada rolou e o curso até terminou. Passado quase um ano da formatura, um dia encontra com ele na rua. Disse que sempre gostou de tê-lo como professor, que se sentia atraída por ele e trocaram telefones. Falavam eventualmente, mas ele mantinha uma certa distância. Um dia ela decide ir até Niteroi, onde ele mora, e de lá liga para ele. Diz que está bem perto e que quer encontrar. Ele chega e convida para tomar um café. E ela responde: "Mas eu venho até aqui e você acha que quero tomar café? Eu quero é transar com você". Vão para o motel e ...lá se vão quatro meses. Encontros frequentes, quentes; segundo ela, "ele tem pegada". O furor é tamanho que não é incomum de se pegarem dentro do carro, perto de onde ela mora e de onde ele parte para buscar a atual mulher na faculdade. Pergunto para ela: "E aí? Vai continuar?". A resposta: "Claro! É bom e é só sexo". Nem me sinto infiel"
Segunda história:
Tenho uma amiga que trai o marido com um morador do mesmo prédio onde vive. Ela, casada há 17 anos e com dois filhos, de 13 e 15 anos. O amante, solteiro, e três anos mais novo. O marido, segundo ela, emocionalmente opressor. Nunca permitiu que ela trabalhasse, mas dono de uma rede de marmorarias, sempre ofereceu uma vida confortável. Confortável? Digamos que nem tanto. "Um pão duro insuportável", retrata. Já que não trabalha, cabe a ela cuidar da casa e dos filhos. Não tem empregada e o marido vem almoçar em casa todos os dias, obrigando-a a fazer almoço e jantar diariamente. Para ter dinheiro na mão, faz uso de uma armadilha: diz ao marido que as aulas particulares que os filhos têm custam mais do que custam verdadeiramente. Ele faz o cheque e, com a compreensão da central de estudos que os meninos frequentam, pega a parte que, segundo ela, lhe cabe nesse quinhão. Tem com o marido, segundo conta, uma vida sexual ruim, efêmera, muito eventual e que sempre termina com o próprio, evangélico convicto, sentado na cama, de bíblia aberta, lendo salmos purificadores. E nem sei se aí ou se por aí é que entra o vizinho. Ela o conheceu no elevador, morador novo, nunca tinha visto. "Lindo demais", revela. Conversaram lá mesmo no elevador e ali mesmo se agarraram pela primeira vez. Estão nessa vida há um ano. Onde se encontram? Nos próprios apartamentos. No dela, durante a tarde, e quando os filhos estão na escola. Ou então, no dele, onde - segundo ela - alguns vizinhos já a viram entrar. "Você não tem medo do seu marido descobrir". Ela diz que não: "Tomo cuidado e aconteça o que acontecer, vai ter sido o melhor ano da minha vida".
Terceira história:
Tenho uma amiga que teve um amante durante 15 anos. O mesmo amante e, no período, o mesmo marido. Casada há três anos, trouxe o amante para dentro de casa, dizendo ao marido que era um primo distante. E ali ele viveu e viu os filhos dela com o marido crescerem. Sempre foi o Tio Fulano. Era apresentado aos amigos dos filhos, ia com ela e as crianças ao cinema. Tio Fulano pegava os meninos na escola, ia ao futebol, levava para tomar sorvete. O marido, cardiologista, sempre muito ocupado e repleto de compromissos. Mas o Tio Fulano sempre por ali, sem trabalho, servindo de motorista, de homem dos pequenos reparos dentro de casa. Nos finais de semana, dirigia o carro em direção à casa de praia e levava a ela e aos meninos. Ficava de sexta para sábado, quando o marido chegava e o amante partia. Os filhos jamais comentaram com os amigos ou desconfiaram de alguma coisa. Os amigos dos filhos, ao contrário, comentavam com suas próprias mães da intimidade que Tio Fulano parecia ter com a mãe das crianças. Passados alguns anos, ela anuncia: "Terminei com Tio Fulano e mandei ele sair lá de casa". Mas por que? O que aconteceu? "Comecei me incomodar com o desleixo do meu marido comigo. Ele já não queria mais transar, estava distante, começamos a dormir em camas separadas e, quando me dei conta de que isso me levava para o fim da relação, resolvi resgatar meu casamento. Hoje penso que ele sempre soube da minha história com Tio Fulano. Mas quando não quis mais, resolveu não me contar e sim me deixar. Aí quem resolveu mudar o curso da história fui eu. Me envolvi novamente, deixei o amante e reconstruimos nosso casamento. Até festa demos para marcar o início de nossa nova história. E os porta-retratos espalhados pela casa com a foto do Tio Fulano, joguei tudo fora".
Sim, a história de que mulher só trai porque ama, ou que precisa de amor para se realizar sexualmente, ficou há muito no terreno das histórias de ficcção. Mulher também trai, tal qual os homens, porque deseja, porque quer, embora ainda - não raras vezes - conserve até para si mesmo a ideia idilica de que só o fez porque não viu mais no marido o estopim que lhe acende o fogo do desejo. Conheço mulheres absolutamente monogâmicas e que vivem quentíssimas relações com seus parceiros. Conheço mulheres que traem, que são traídas, que sofrem por tudo isso e muitas outras que são absolutamente realizadas na vida dupla. Nem tudo é uma questão de condição. De uma forma ou de outra, sempre fazemos nossas escolhas. E trair - ou mesmo atribuir a essa atividade a definição de traição - é também uma escolha.
Beijo Grande
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Um almoço no jardim
Minha mãe já tinha comentado comigo, que se o dia estivesse bonito, queria migrar a mesa para o quintal. Eu topei na mesma hora e sugeri algumas flores para decorar, nada muito complicado. Ela comprou as florzinhas por R$2,00 cada, em um quiosque perto de casa e usou alguns vasos de cerâmica que já tinha.
Mesa bem posta, guardanapos de pano com prendedores vermelhos e foi isso! Tudo simples, gostoso e muito aconchegante! Eu adorei!
Para o almoço tivemos o “Bobó de camarão da minha tia Verônica”, que chegou na casa da minha mãe mais cedo para preparar a iguaria. Se eu vou dar a receita? Imagina se eu deixaria vocês na mão!
Bobó de camarão da Verônica (receita para 4 pessoas)
1 quilo de camarão
1 quilo de aipim
dois tomates maduros
duas cebolas
1 pimentão
1 ramo de cheiro verde
1 ramo de coentro
4 colheres de sopa de extrato de tomate
1 vidro de leite de cöco
3 dentes de alho
Sal e pimenta a gosto
Modo de fazer:
Dourar o alho no azeite. Depois a cebola picadinha e logo em seguida o tomate, também picado. Refogue bem e coloque o camaráo, limpo, lavado e temperado no sal e limáo. Curta o processo e deixe que os odores tomem conta da casa. Quando o camarão já estiver branquinho, coloque o pimentáo picadinho na panela e refogue. Depois a massa de tomate e logo em seguida o leite de coco. Bobó de camarão é alquimia para fazer com calma, desfrutando do passo-a-passo, do bom papo na cozinha, coisa que aqui em casa fazemos sempre. Prove o camaráo, experimente a textura tenra e entáo coloque os verdinhos: salsa, cebolinha e coentro. E por fim a pimenta, sempre a gosto e na quantidade que a ardência permitir. Reduza o líquido da panela em fervura no fogo baixo. Quando estiver pronto, a festa começa.
Ah...o aipim já deve estar cozido e passado no liquidificador com um pouco da água da fervura. Esse purë delicioso é incorporado ao camaráo, fazendo nascer o bobó dos deuses. Prove o sal, acerte o ponto e divirta-se.
Naquela casa, em dia de festa, na hora da sobremesa é melhor esquecer do regime, pois a fartura é geral! Minha avó Jupyra adora fazer doces, nos fins de semana sempre tem na geladeira, pelo menos um pavêzinho, mas quando é dia de festa ela não economiza e prepara todas as suas famosas receitas, uma para cada um dos prediletos. O pavê de brigadeiro é do Lupa, meu irmão caçula, ele é capaz de comer a travessa toda sozinho, quase inacreditável. A sobremesa de abacaxi, que já passei a receita para vocês aqui, é para o Fábio, que prefere sabores menos adocicados. Por fim, a torta de limão é a preferia do meu pai, que assim como o Lupa, é capaz de devorar tudo sozinho! Preciso perguntar se alguém por aí quer a receita?
Pavê de Brigadeiro da vovó
Prepare um brigadeiro comum, com duas latas de leite condensado, uma gema e chocolate em pó a gosto (minha avó usa 2 ou 3 colheres de chocolate em pó da Nestlé). Forre um pirex com biscoito maisena seco (nós usamos sempre o da piraquê e eu acho que a marca do biscoito muda totalmente o gosto da receita no final!) e coloque o brigadeiro, ainda quente, por cima do biscoito. Cubra o brigadeiro com mais uma camada de biscoito maisena.
Prepare um brigadeiro branco com 1 lata de leite condensado e uma gema (cuidado com a altura do fogo, pois este queima a toa). Coloque na travessa ainda quente e cubra novamente com o biscoito.
Batas 2 claras em neve e junte 1 caixinha de creme de leite e despeje nas camadas anteriores.
Coloque na geladeira no dia anterior, quanto mais geladinha, mais gostosa fica a receita!
Torta de limão da vovó
Bata no liquidificador um pacote de biscoito maisena até virar uma farofa fina. Acrescente manteiga para dar liga. Forre uma forma de fundo falso com esta massa e leve ao forno por 5 minutos (só para secar um pouco a massa). Bata no liquidificador, duas latas de leite condensado, uma lata de creme de leite, uma xícara de suco de limão e um envelope de gelatina sem sabor. Despeje na forma, decore com raspas de limão e leve a geladeira. Muito fácil, não é mesmo?
O que é a verdadeira alegria da festa, é ver a família sempre unida nas datas especiais, seja dentro ou fora de casa, para falar, rir e brincar. Eu não resisto e vou deixar para vocês as verdadeiras imagens do nosso almoço no jardim!
Gostou da idéia? Então o que você está esperando para colocar as cadeiras no quintal e também fazer a sua festa do lado de fora de casa? Quem se animar, não deixe de me mandar as fotos, pois de tudo isso aqui, o que eu mais gosto é esta troca diária com vocês! Adoro receber e-mails que vocês me enviam!!!
Beijos e até semana que vem!


















