No último sábado, por um milagre dos céus, ou uma conjunção dos astros, não sei exatamente, Fabio acordou nos convidando para um passeio em família. A sugestão dele era passarmos o dia na Fazendinha, em Vargem Grande.
Na verdade, desde que passamos o fim de semana na Fazenda Ribeirão, que Guilherme todos os santos dias pergunta quando nós vamos voltar na fazenda. Aproveitando este momento rural do pequeno é que Fábio se inspirou para sugerir a nossa programação.
Eu que adoro este tipo de programa, onde podemos voltar as nossas atenções para as crianças e deixá-las gastarem bastante energia durante o dia. – e assim garantir um bom descanso à noite – Pulei da cama, coloquei as crianças no chuveiro, vesti, dei almoço e preparei uma mala para eles. Pouco depois do meio dia conseguimos sair de casa e seguir para o nosso distante destino.
A Fazendinha, fica na Estrada dos Bandeirantes nº 26645, em Vargem Grande, zona oeste da cidade, e funciona de 10h às 17h. O ideal é que a família se programe direitinho para sair de casa bem cedo e aproveitar ao máximo o programa, pois as atividades rolam durante todo o decorrer do dia. Os ingressos custam R$35,00 e crianças com mais de 2 anos de idade também pagam
Depois de mais de uma hora de viagem, chegamos ao nosso tão esperado destino. Logo ao entrar, já demos de cara com a tirolesa, atual brincadeira predileta do pequeno destemido. Na primeira rodada, fomos eu e Guilherme. Ele saltou com o maior gosto e sem esboçar nenhuma gotinha de medo. Já eu, confesso que apesar de não ser muito medrosa, senti um certo frio na barriga quando olhei a altura, mas mesmo assim me joguei e soltei as bruxas!
Na segunda rodada, foi a vez do pai acompanhar o moleque, enquanto eu passeava de carrinho com a caçulinha da família, que por enquanto ainda não pode participar deste tipo de atividade radical. Acho que Fabio e Guilherme devem ter repetido o circuito pelo menos umas 5 vezes... Uma coisa que achei bem legal, foi perceber que lá eles utilizam talabarte duplo (2 ganchos, onde um sistema substitui o outro em caso de falha), 2 cabos de aço. Além disso, o trajeto da tirolesa ainda passa por cima do lago do parque. A segurança redobrada sempre me deixa mais segura em autorizar que meu filho participe deste tipo de atividade de aventura.
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Quando finalmente conseguimos convencer ao pequeno, que o parque oferecia outras atividades legais, seguimos para o cercado dos Jabutis para alimentá-los e depois, orientadas pelo tio Feijão, monitor da fazendinha, se sentaram em uma roda para segurar os porquinhos da índia. Nesta brincadeira, até a Dudinha participou e gostou muito, não demonstrando medo nenhum do pequeno animalzinho. Depois de pouco tempo com o bichinho no colo, ela se cansou e resolveu tentar estrangular o bichinho, mas nós, conseguimos tirar a bolinha de pelo do poder dos fortes dedinhos da gorducha, antes que ela chegasse às vias de fato! ![]()
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Eu e Guilherme seguimos com o tio Feijão para receber a cobra. Ela foi trazida por um dos monitores, que contou várias curiosidades interessantes para a criançada que ficava a tenta a tudo que era dito. Neste momento, Gui ficou com um pouco de medo e preferiu não pegar a cobra com a mão. Engraçado, que da última vez que estivemos lá, no aniversário do amigo Guilherme Rocha, ele não teve nenhum medo e segurou uma cobra que devia ter umas 3 vezes o tamanha do filhotinho que estava lá desta vez. Enfim, fases de medo.
Paramos para almoçar e saboreamos uma comidinha caseira, com cara de fazenda e direito a doce em compota de sobremesa e café na canequinha de metal para encerrar! Vale lembrar, que o almoço não está incluído na entrada e custa R$20,00 para adultos e R$10,00 para crianças.
Depois do almoço, foi hora de dar uma de mestre cuca e sentar na mesinha para fazer biscoitos. Guilherme e Dudinha estavam lá devidamente equipados com a touquinha no cabelo – como se da careca de dona Duda fosse cair muita coisa – para amassar o pãozinho e ajudar a adicionar os ingredientes.
Ainda na parte da tarde, teve passeio de charrete e a ordenha da vaca. Depois Guilherme resolveu dar umas voltinhas de cavalo e todo charmoso, fez várias poses para a mãe babona fotografá-lo.
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No fim do dia, foi aberto o circuito de arvorismo, mas infelizmente, Fabio teve que curtir a brincadeira sozinho, pois não era um circuito para a idade do Guilherme, que se contentou em descer mais umas 5 vezes na tirolesa, enquanto o pai virava criança entre cabos e pedaços de madeira.
Antes de ir embora ainda deu tempo de visitar os porquinhos e de conhecer a nova atração do parque, o tanque de rãs. Tio feijão nos acompanhou e pegou na mão o animalzinho nojento. Eu me fazendo de toda corajosa, passei a mão na cabeça do bicho e peguei na patinha dizendo: “-Olha filho, ele é bonzinho! Que fofo!” afinal de contas não podemos incentivar o medo nas crianças, não é mesmo... Quando de repente, não mais que de repente, o bicho se livra da mão do tiozinho e sai pulando pelo chão. Eu fico parada, estática e gritando como uma louca, vendo que aquele primo de sapo de meia tigela, vinha em minha direção! O tio tentando pegar o bicho vindo em minha direção até que ele pula direto na minha perna!!!! Quase morri!!!! Guilherme olhava para mim em estado de choque e com os olhos arregalados. Depois de alguns minutos intermináveis, o tio Feijão finalmente conseguiu capturar aquele ser asqueroso... Aí, enquanto isso todas as mães já riam da minha cara, quando Guilherme me perguntou: “-Você ficou com medo mamãe?” e eu calma e plácida respondi: “-Não filho, a mamãe só não estava preparada psicologicamente para isso”.
Depois de toda esta emoção, eu resolvi deitar na rede e amamentar a pequena, antes que enfrentássemos o transito de volta para casa. Delícia que é a vida na roça!
A fazendinha, ainda oferece a possibilidade de fazer a festa de aniversário do seu filho lá. Eu sempre tive vontade de comemorar o aniversário do Guilherme lá, nunca fiz pois no final, a família me pressiona por conta da distancia e eu sempre acabo sucumbindo a vontade deles. Este ano mais uma vez estou pensando na fazendinha, até porque, vocês podem imaginar as fotos da Beta neste lugar? Vamos ver se no próximo ano este plano sai do papel!
A fazendinha, também tem uma filial em São Paulo, que pelas fotos, parece tão bonita quanto a versão carioca! Fica aí a minha dica para quem tem filhos e mora no Rio de Janeiro! E se alguém resolver aderir a programação, não se esqueça de me convidar!!!
Beijos e até semana que vem!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Fazendinha Estação Natureza
domingo, 26 de setembro de 2010
Mil seguidores!!!!!!
O Criative-se chegou ao seu seguidor número 1000. É a Mabe, do blog http://cantinhobomdamah.blogspot.com. Bom demais ter todos vocês por aqui! Bom demais pensar que tudo isso começou de forma tão simples e que, aos poucos, foi capaz de atrair tantas pessoas. Hoje é com vocês que dividimos vida, sonhos, expectativas, criações, certezas, dúvidas e o mantra-mor do Criative-se: a gente quer ser feliz!!!!
Obrigado a todos!!! Beijos 1000!!!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O que só os nossos olhos veem!
O ideal idílico da paixão deseja que tenhamos tal e tamanha afinidade com o outro que deixemos de ser dois e viremos um. Mas não há sintonia ou mesmo intensidade apaixonada que esconda ou apague aquilo que é real: sempre temos um olhar pessoal sobre tudo que nos acontece ou que acontece ao nosso redor. E a forma como contamos histórias e relatamos nossos prazeres e dores é espelho desse DNA absolutamente pessoal que aplicamos àquilo tudo que falamos ou pensamos.
Sim, eu penso o tempo todo. Até dormindo penso e por isso sonho. E quando penso interpreto; e se revelo para alguém o que penso sobre algo ou sobre alguma coisa somo a este pensamento o viés de um olhar que é meu e que incorpora a minha forma de ver e sentir tudo aquilo. Fiquei pensando em falar sobre isso por aqui depois de ler uma reportagem na Marie Claire deste mês. A pauta propunha ouvir individualmente homens e mulheres sobre as razões do rompimento de suas relações. A pergunta era: por que vocês se separaram? E cada um foi capaz de relatar o que viveu ou sentiu à luz do seu olhar sobre tudo aquilo e, obviamente, com o viés que incorporamos a tudo que contamos. Porque sim, ainda existe um mundo paralelo entre o que pensamos e o que contamos para alguém. Somos sempre eternos auto-protetores.
Mas achei a pauta muito interessante, tanto quanto o relato dos três ex-casais que participaram da reportagem. As causas exatas do fim das relações até podiam ser parecidas, mas as interpretações eram curiosas e amargamente diferentes. Já repararam como somos algo parecido com uma esponja. Ao correr do tempo e das pequenas ranhuras que vamos promovendo em nós mesmos e nas nossas histórias com as outras pessoas, ganhamos não apenas marcas, rasgos, mas perdemos também algo daquela elasticidade que nos permite perdoar ou esconder o que nos incomoda. E um dia percebemos que estamos que nem a esponja velha, que ressecou, não absorve mais o detergente, não limpa, não esfrega. Ou jogamos fora e trazemos uma nova, ou teremos que conviver bem de perto com a sujeira que incomoda.
Ah...sempre é tempo de uma esponja nova. E isso vale para tudo, dos relacionamentos às escolhas. É com a esponja novinha, ou com os olhos menos turvos, que nos permitimos ver melhor aquilo que , de qualquer forma, continuamos a ver com um olhar absolutamente pessoal. Que não é imutável, mas é pessoal. A grande ilusão dos relacionamentos é imaginar que faremos com que o outro veja o que sentimos da forma como vemos e sentimos. E essa expectativa está na raiz de boa parte das decepções que experimentamos. Porque mesmo que falemos em alto e bom som sobre o que sentimos, e que tenhamos dos outros a compreensão sobre isso, o entendimento profundo desse sentimento, a dor e a alegria que ele exprime, serão sempre viagens solitárias.
Por isso contamos histórias construídas pelos nossos olhos e coração. O que não quer dizer que, tantas vezes, não encontremos no outro a mais completa percepção e sensibilidade para entender do que falamos. E é também assim que se constróem os momentos mágicos em que viramos um. Talvez o equívoco, absolutamente humano, esteja na expectativa que criamos de uma vida repleta de momentos mágicos. Como disse Zeca Baleiro em um texto que li recentemente: " Dá para não pensar em ser feliz prá vida toda? Que tal pensar em ser feliz agora?"
Sim, eu quero ser feliz agora!! Que tal?
Lua cheia, primavera, tempo quente.......só desejo amor e bons olhos para todo mundo! Beijos!
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Pensando na festa de um ano da Dudinha
Meus pensamentos andam absolutamente dominados pela a festa da Dudinha, basta ter um minutinho livre, que já me pego pensando em milhares de coisas e decisões. Por sinal tarefa difícil esta de decidir...
Há uma semana atrás, eu pensei que tinha tudo em mente, que só faltava colocar a mão na massa e começar a produzir. A idéia era fazer uma “A festa da Libélula” para Dudinha. Pensei neste tema, pois quando resolvi dar um ar feminino na decoração do quarto, que era só do Guilherme, comprei várias libélulas em MDF, pintei em lilás e apliquei na parede. De alguma forma este bichinho faz parte da vida dela desde que estava na minha barriga.
O problema é que sabe quando você ainda não está satisfeita? Minha cabeça não conseguia parar de pensar em outras opções, chegava do trabalho a noite e ficava navegando e buscando novas idéias. A verdade é que eu queria algo diferente, mas é tão difícil para mim, ser diferente...
Mesmo assim parti para a minha primeira peregrinação pelo Saara, comprei algumas forminhas e milhares de fitas nas cores Pink, Rosa, Roxo e Lilás. Eu não havia decidido nem as cores da festa, mas achei que estas eram cores bem provavelmente fariam parte da decoração da festa. Como assim? Louca, eu?
Fiquei pensando que um tema mais abrangente poderia me ajudar a ter idéias diferentes para esta festa, foi quando eu comprei pela internet o DVD do clássico Alice no país das maravilhas, Guilherme não para de falar nesta história desde que na colônia de férias ele assistiu ao filme com os amiguinhos. Achei que este jardim de libélulas poderia se transformar em “Duda no país das Maravilhas” e poderíamos incluir coisas que remetessem a lúdica e inocente forma das crianças de verem a vida.
Esta semana, passeando pelos blogs da vida, vi algumas imagens que ficaram na minha cabeça, imagens com ovelhas. Eu sempre gostei de ovelhas, acho um bichinho simpático que me inspira coisa boa. Foi durante um almoço que mil idéias invadiram minha mente... Veio a idéia de fazer a festa “Mundo dos sonhos de Dudinha”, cheia de nuvens e ovelhinhas. Acho que é uma idéia mais difícil de executar, que dentro do que imaginei, poderia ficar escura e perder o encanto e a alegria do mundo infantil. Acho a idéia bem criativa, mas fiquei com medo...
Conclusão, voltei a estaca zero! Não tenho mais idéia nem mesmo do tema da festa e muito menos as cores que vão predominar na decoração!
Foi por isso que resolvi pedir a ajuda de vocês para me ajudar, afinal de contas, você participam intensamente de tudo isso, não é mesmo?! Resolvi fazer uma enquete durante os próximos 15 dias para que vocês me digam qual o melhor tema para a festa de um ano da Dudinha. No blog das crianças vou disponibilizar outra enquete, para que vocês me dizem qual a combinação de cores que vocês acham que é mais a cara dela. Caso alguém tenha outra idéia de tema ou de cor, basta marcar em outra opção e deixar aqui no comentário a sua sugestão.
Assim vou ter uma participação mais ativa de todas vocês, isso não é maravilhoso?!
Finalizo este post, deixando para vocês algumas imagens de festas que me inspiram bastante, vou adorar se você comentarem por aqui quais as que acham mais interessantes e quais os detalhes que podemos pescar para a festinha da pequena. Estou contando com a ajuda de cada uma de vocês, certo?!
Beijos e até semana que vem!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Muita hora nessa calma!!
Muita Calma Nessa Hora
(Leoni)
O mundo ao seu redor anda esquisito pra você
Falta grana, falta sonho, ta difícil viver
Faz um tempo que você levanta com dois pés esquerdos
Você vê na tv o que ja tinha imaginado
A luz no fim do túnel é só um trêm desgovernado
Às vezes você sente raiva, às vezes sente medo
Abaixa os ombros e respira fundo
E conta sempre com os amigos
A vida é boa apesar de tudo
Pode acreditar no que eu te digo
Você vai rir de tudo isso
Espera um pouco mais pro fim da história
Tudo passa, tudo muda
Muita calma nessa hora
Eu sei que por enquanto tá difícil de enxergar
A porta de saída, outra cena, outro lugar
Difícil de lembrar que a vida é cheia de surpresas
Mas só pra começar dá uma olhada ao seu redor
No mar, no pôr-do-sol, num gesto de bondade
Porque que a gente fica cego pra tanta beleza?
Então relaxa e vem com a gente
Ninguém pode viver sozinho
O que você pensou que era o final
É só o início do caminho
Você vai rir de tudo isso
Espera um pouco mais pro fim da história
Tudo passa, tudo muda
Muita calma nessa hora
Muita hora nessa calma, só o tempo cura
A gente está no mesmo barco, na mesma procura
Muita calma, o sol já vai nascer
Trazendo um dia novo pra você
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Mais uma vez....somos todos iguais!
Ele é um cara inteligente, intelectualizado, jovem, bonito e literalmente à procura de alguém por quem vai se apaixonar, ser amado, dividir prazeres, somar saberes e ser feliz para todo sempre. Algo diferente? Não! Somos todos assim. Claro que existem dificuldades no caminho. A aceitação e compreensão do ser gay é algo que, segundo ele, já está plenamente resolvida. A mãe sabe, muitos amigos sabem, mas como ele mesmo diz, “quando eu tiver uns 35 anos, espero estar bem para que o mundo todo saiba”. Não é fácil ser gay quando se é professor de jovens e quando as famílias desses jovens ainda encaram a questão da sexualidade como algo que se escolhe ter ou não ter ou que face dar a ela.
Meu amigo sofre também porque tem origem em uma família tradicional onde homens e mulheres se encontram, casam e têm filhos. Uma vez, num momento de delírio ensandecido, ele chegou a me dizer que até aceitaria sublimar seu desejo para viver com uma mulher e com ela construir uma família e ter filhos. E por mais que eu perguntasse sobre a possibilidade de fazê-lo de forma diferente, fosse com uma barriga de aluguel ou através da adoção, era impossível para ele compreender algo que não se realizasse através de um caminho que fosse parte de sua história.
Além de tudo, ele é completamente apaixonado. Vive e necessita de paixões. Não tem atitudes femininas ou afetadas. É homem em gestos e comportamento. Mas não consegue manter um relacionamento construído tão somente na atração ou no prazer físico. Precisa da troca, do afeto, da ideia do experimentar para construir. E tal qual tantos outros homens e mulheres, o fato de se sentir “diferente” durante tanto tempo, o fez refém de uma autoestima baixa, e que tantas vezes faz com que ele conceda à atitudes e relacionamentos que não quer, que não somam, que trazem de volta pensamentos como “ se eu pudesse escolher, não seria assim”.
Meu amigo querido, todos nós, se pudéssemos escolher, seríamos.....assim mesmo. Até porque, como te disse ontem, essa pressão por correlacionar coerência com imobilização é tacanha demais. Somos assim porque o nosso assim é diferente a cada dia. Quando abrimos os olhos e coração para enxergar nossa imensa capacidade de aprender e evoluir, gostamos mais, gostamos muito mais do que vemos.
Beijo Grande. Até a próxima sexta!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
A festa do passarinho
Há meses que venho acompanhando bem de perto todos os preparativos da festa de passarinho. Festa idealizada para comemorar o primeiro aninho do Felipe, filho da Bianca, amiga que conheci a bem pouco tempo pessoalmente, mas que já se tornou muito especial para mim.
Conheci a Bi, através do Criative-se. Nos aproximamos mais quando a Beta fotografou a festa da Juju, em janeiro deste ano. Depois nos unimos em pro de uma mesma causa, quando queríamos voltar à boa e velha forma, com um grupo de emagrecimento virtual e a partir daí foram muitos e-mails trocados, até que marcamos de nos unir para brincar de fazer festa e nos conhecemos pessoalmente e fizemos juntas a festa junina. De lá pra cá, nossa amizade se estreitou de uma forma indescritível e inimaginável, sabe amizade verdadeira? Pois a nossa amizade, apesar de recente é super verdadeira! Sei que posso contar com ela e ela sabe que pode contra comigo.
A Bianca é uma das pessoas mais criativas que conheço e o mais legal, é que ela canaliza toda a esta energia criativa apenas para o seu prazer e prepara com o maior carinho, cada detalhe das festinhas dos filhos, sobrinhos e amigos, sem nenhum compromisso maior, mas com um amor imenso. Todas as festas que eu já a vi realizar foram absolutamente irretocáveis e por incrível que pareça, ela se supera a cada evento!
A festa do passarinho, foi preparada aos pouquinhos, sem pressa. A cada passeio no Saara era mais uma coisinha que ela comprava e aos poucos a festa foi se materializando.
Eu tinha certeza que a festa seria maravilhosa, mas mesmo acompanhando tudo passo a passo, – já que eu e Bianca moramos a uma quadra da outra – vendo cada fitinha que ela colocava, foi impossível imaginar o resultado final tão lindo que ela conseguiu. Eu só tive noção, do quão linda seria aquela festa, na última sexta feira, quando fui para a casa dela depois do trabalho, para dar uma mãozinha nos preparativos. Quando vi as faixas de tecido pendura das na parede da sala e a mãe dela em cima de um banquinho, pintando de branco o nome do Felipe, fiquei completamente extasiada!
Naquela noite, cortamos e colamos muito papel, fizemos muitos laços de fita e é claro, também papeamos muito e bebericamos um bocado. Uma delícia de noite! Até o Fábio e o Wagner entraram na dança, cortando papel no estilete e apertando ilhós no alicate! Enquanto isso Felipe e Duda engatinhavam pelo chão e Juju e Gui assistiam ao DVD da galinha pintadinha (santa galinha pintadinha!). Acreditem, amo muito tudo isso!
No dia seguinte, acordei as crianças já colocando no chuveiro e dando almoço para que antes do meio dia eu pudesse chegar no local da festa e ajudar na montagem. Acho que esta é a única hora estressante de uma festa, já que ficamos vendo as horas passando e nada de darmos a decoração por concluída. Graças a Deus e apesar do nervosismo, mais do que normal deste momento, a festa ficou pronta na hora certinha, sem atrasar um minutinho sequer.
Eu aproveitei a festa para matar a saudade das minhas amigas queridas Beta e Flavia Bernardo, que já não via a um tempinho. Conseguimos fofocar só um tiquinho, afinal a dona Beta estava “de serviço”, mas foi o suficiente para deixar um tremendo gostinho de quero mais! Meninas, temos que marcar um encontro só de mulheres para matar a saudade de verdade e papear sem preocupação. Morro de saudade dos bons tempos de longos almoços no centro da cidade...
Destaque especial para a animação da equipe Embala Embola , que fez um trabalho super legal com as crianças durante as 4 horas de festa, sem nenhum tipo de gritaria e agitação. A proposta do pedagogo Fábio Campello uma animação didática, baseada em música e com total interação da criança com a brincadeira. Guilherme se fartou de cantar, dançar, desenhar, colar. Além disso tudo ainda assistiu a teatro de fantoches e comeu algodão doce. Impossível não se apaixonar! Claro que antes do fim da festa eu fechei com ele a animação da festa da Duda.
Não consegui fotografar todos os detalhes da festa, mas em pouco tempo, a Beta vai publicar as verdadeiras fotos da festa, aí você poderão ter uma noção maior da emoção daquele momento.
Bi, a festa do Felipe foi uma das festas mais lindas que já presenciei na minha vida! Você tem o dom de tornar mágico tudo aquilo que você toca! Obrigado por me permitir participar disso tudo com você!
Agora para queria nos ver na festa… Agumas fotinhos da Beta Bernardo…
Beijos e até a semana que vem!
