terça-feira, 31 de maio de 2011

Organizando a bolsa – ou pelo menos tentando !

Bolsa de mulher é um problema... A gente carrega o mundo lá dentro, e as coisas se misturam, bagunçam e acabam até sumindo !

Eu sempre carreguei muita coisa para passar o dia trabalhando fora de casa, e vivia espalhando tudo pelas divisões internas das bolsas e sempre demorava pra encontrar o que queria...

Até que visitando um blog vi uma idéia que achei ótima : concentrar as coisas em bolsinhas de tela, tipo necessaires. Arrumei as minhas e comecei a usar.




Bom que o fio do MP4 não enrola mais no chaveiro e sempre sei onde estão bloquinho, caneta e pen drive... As maquiagens e creminhos não ficam mais arranhados pelas chaves e nem destampam para sujar o forro.

Mas a gente gosta de trocar de bolsa, né ? Aí já era !! Alguma coisa sempre fica para trás nesta troca ! Parti em busca de um “organizador de bolsa”...



*Imagem do site www.quebarato.com.br

O problema é que os que eu encontrei eram internamente pequenos e cheios de divisões externas... Como eu já estou habituada às necessaires de tela, desisti deles ...

Resolvi, então, me render a uma... Sacola de sapatos ! Sabe aquelas bolsinhas de TNT que vêm com sapato dentro ? Pois é... Arrumo o que vou levar ali dentro, depois coloco o saco dentro da bolsa !



Quando resolvo trocar de modelo, é só transferir o saco e pronto ! Não fica nada perdido pelo caminho...




Ok, meu “organizador” é um tanto tosco... Mas funciona que é uma beleza !!



beijos,

Flávia

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Bom Dia Queridos!

Uma excelente semana para todos!
beijos

"Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer; mas com certeza o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa. Basta você acreditar que nada acontece por acaso." (Paulo Coelho)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O balé libertador de Deborah Colker

Ontem fui assistir ao balé Tatyana, mais nova produção da Companhia Deborah Colker, e que estreou aqui no Rio de Janeiro, no Theatro Municipal. Como é impossível ir a um theatro com "th" e não comentar, meu relato já vai incorporar o encantamento de um lugar que conta histórias e a história em todos os mínimos detalhes.

Em algumas das mais de 100 crônicas que escrevi aqui no Criative-se - acho que vou fazer dois livros - já falei do Theatro Municipal e de minha relação intensa com esse lugar mágico onde meu avó foi, durante todos os anos em que convivi com ele, violinista. Nunca mais percebi esse cheiro, mas tenho certeza de que reconheceria imediatamente a sala de partituras da orquestra, independente da imensa reforma que o teatro sofreu. Era um cheiro de papel misturado com caneta tinteiro - sim, as partituras eram escritas assim. Isso tudo em meio ao odor daquelas imensas engrenagens que ficam por trás do palco e que servem para içar ou fazer correr as imensas cortinas da mais fantástica boca de cena que já tive oportunidade de ver.

Sempre adorei o Theatro, suas poltronas, frisas, balcões, as operetas que assistíamos, mas curtia de verdade era andar pelos corredores e meandros escuros que levavam ao fosso onde os músicas da orquestra tocavam. E tocam até hoje. Afinal, a reforma fantástica do Theatro Municipal o tornou ainda mais bonito, valorizando o impacto das colunas e da escadaria que parece clássica e, ao mesmo tempo, tão barroca.

Curioso, de verdade, é que eu não ia falar do Theatro, não. Foi impossível resistir. Na verdade, minha ideia era falar do balé Tatyana, da Deborah Colker. Porque toda forma de manifestação artística é inspiradora e completamente libertária. Cada um vê e sente do jeito que quiser, ou puder. A coreografia desenhada por Deborah é belíssima, os bailarinos são de um esplendor físico e de um domínio da técnica que impressiona. Mas se você não tiver comprado o programa ou lido as matérias que os jornais têm publicado sobre o espetáculo, não vai entender. Ou melhor, vai entender do jeito que quiser porque arte é para ser interpretada à luz das referências que carregamos dentro de nós.

Se isso conforta, se essa sensação boa de se deixar tomar pelo sentimento que o movimento coreográfico desperta, pela trilha sonora linda, pela cenografia cuidadosa e sempre original, será mesmo que é preciso conhecer a história? Ou a maneira através da qual o criador pensou tudo aquilo? Já estive em muitos museus de vários lugares do mundo. Em alguns, por curiosidade natural, procurei entender as razões deste ou daquele quadro sob a ótica do pintor, mas de maneira geral gosto mesmo de sentir do jeito que sou capaz de sentir, permitindo que meu inconsciente me ofereça o olhar que, tantas vezes, nossa razão bloqueia.

Ontem, no balé, quando deu-se o intervalo entre os dois atos, minha irmã virou-se e disse: "Vou comprar o programa". Como eu já tinha lido as matérias prévias, expliquei para ela a maneira como Deborah Colker desenvolveu o olhar coreográfico sobre a história clássica de Aleksandr Pushkin, baseada no romance "Eugene Oniéguin". Ainda assim compramos o programa, tentamos encaixar os personagens dentro dessa proposta completamente emocionada da bailarina e coreógrafa, e concluímos aquilo que é sempre o melhor de tudo: "vimos" o balé do jeito que quisemos, criando os personagens e suas personalidades de acordo com nossas referências, interpretando, escolhendo preferências, dando a cada um elemento do corpo de baile uma história própria. Afinal, somos sempre donos das várias formas de manifestação artística que resolvemos conhecer ou experimentar. Nosso olhar é autoral. Vemos aquilo que nossas emoções e histórias nos permitem ver. E isso é libertador.

Então, se tiverem oportunidade, confiram o balé Tatyana. E depois me contem suas próprias interpretações.

Beijo.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A festa do Sol Brilhante

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Depois de muito sofrer com as chuvas da semana passada e passar meus dias a conversar com os agrônomos que me cercam, fui convencida a acreditar, que um dia o serviço dos correios será tão eficaz quanto à meteorologia. Sim, as previsões climáticas para o Rio de Janeiro estavam certíssimas e o domingo por aqui, foi de um Sol esplendoroso.

Vou contar aqui hoje, como as coisas aconteceram neste delicioso 22 de maio, mas vou ficar devendo as imagens da festa. Foi impossível conseguir pensar nas fotografias com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo e principalmente, correndo contra o relógio.

Apesar de já estar com tudo no gatilho, era preciso sair de casa bem cedo para conseguir chegar a Vargem Grande, a tempo de montar a mesa do bolo. Pra não me atrasar coloquei tudo no carro no dia anterior, assim era só virar a chave do carro e seguir para o nosso destino, a Fazendinha Estação Natureza!

Antes das 9h da manhã, Bia, minha tia Verônica e minha prima Ana já estavam na porta da minha casa para seguirmos viagem. Só que a fazendinha é realmente longe, e só chegamos lá, depois de 10:30h com a festinha marcada para as 11h! Correria total! Ainda bem que eu estava acompanhada de ajudantes primorosas, pois elas acabaram arrumando a mesa, praticamente sozinhas. Meninas, eu não sei o que teria sido de mim se vocês não estivessem ao meu lado! Muito obrigado por estarem sempre comigo nas horas mais importantes! O merito é todo de vocês!
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A verdade é que a mesa do bolo não ficou tão boa quanto eu desejava. Não estou querendo confete não, juro! É que eu não sabia exatamente como era o esquema lá e quando chegamos tivemos que nos adaptar a realidade existente, entende?!

O local destinado para o bolo, era uma construção de pau a pique bem rústica, com a estrutura em madeira, só que a estrutura de madeira, ficava exatamente no meio da mesa!!!! No meio da foto!!!! Além disso, não havia iluminação nenhuma e a construçãozinha ficava na sobra, portanto, ficou tudo um pouco no escuro.

Até aí, ainda não estávamos com um problema gravíssimo. Só que alguns minutos depois da mesa arrumada, nossos docinhos foram atacados por um enxame de abelhas! Eram muitas abelhas! Minha tia chegou a ser picada por uma! Um responsável pelo lugar colocou um filó em cima dos doces, mas não adiantou nada. Tentou fumaça e depois de muito custo conseguiu controlar a situação. Só que a esta altura já estava tudo remexido e a mesa já não era aquele primor né?

Eu não sei bem o porquê me meto nestas encrencas, pois na hora “H” é sempre um suplício, uma correria danada e nem sempre tudo fica exatamente como você espera. Vai entender a minha cabeça?!

Acho que o que eu gosto mesmo nisso tudo é a minha teoria do “depósito de amor”. Faço tudo aos pouquinhos e vou depositando meu sentimento em cada lacinho que vou colando. Acho que isso me faz bem, é a minha terapia! Vamos ver se a fotografa vai fazer um milagre?!

Por mais incrível que possa parecer, a coisa menos importante pra mim naquele dia era a decoração da mesa do bolo. Eu estava tão eufórica, que não conseguia saber se a mesa tinha ficado bonita ou feia! Eu sempre quis fazer uma festa para o Gui na Fazendinha, mas o medo da chuva e da distância, sempre me fazia declinar. Por incentivo dos amigos, desta vez segui em frente e tudo foi exatamente como eu sonhava, principalmente o azul do céu.

A festa do Guilherme foi realmente especial. Sabe quando você sente que todas as pessoas que estavam ali vibravam positivo? Sabe quando a energia é tão forte, que não permite que seu sorriso desmonte? Pois o último domingo foi assim! Dos 100 amigos convidados, 96 estavam lá, se deslocando mais de 60km para prestigiar os 4 anos do meu filhote! Sabe lá o que é ser amado assim?! Me sinto realmente uma pessoa privilegiada neste mundo!
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Sei que não foi possível convidar a todos, portanto e como já falei aqui, os convidados foram os amigos do Guilherme e não os nossos. Ainda bem, que amigo de verdade compreende e não julga! Isso me tranqüiliza e me dá paz no coração.

Assim como vocês, estou esperando as fotos. A promessa é receber o CD no dia 19 de junho. Prometo que assim que ele estiver na minha mão, publico as fotos no blog das crianças! Agora só nos resta esperar.

Ah! Fiquem com as imagens de um menininho feliz em seu sono gostoso, depois de brincar muito no dia do seu aniversário e ir para a cama com o pijama mais lindo do mundo inteiro... Meu menino de chocolate não é a coisa mais linda de todo o universo?

Um grande beijo,

Lucia
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PS: Não posso deixar de contar a surpresa que tivemos na véspera da festa, Vanessa Datrino passou na casa da minha mãe quando já passava da meia noite para nos entregar um presente! Ela fez lápis com a identidade visual da festa do Gui, a coisa mais linda!!! Até a minha mãe quis guardar um de recordação!

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Para quem não tem tempo de fazer as peças personalizadas, fica aí a minha dica de uma pessoa que faz tudo com o maior capricho e todo o  amor do mundo!

Vanessa, muito obrigada por todo o carinho que você dedicou a nós! Quem sabe da próxima vez conseguimos nos conhecer pessoalmente!

meis beijos,

 

Lucia

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A banda mais polêmica da cidade

Eu tenho alguns vícios nessa vida. Coca Cola é um deles... e é grave! Se ficar sem beber eu sinto falta. Outro vício é Facebook. Confesso... sou viciada. Na verdade sou viciada em internet, sou do tipo conectada o dia todo. Se não tem computador... smartphone. Só consigo desconectar qdo mudo a rotina, tipo em viagens, mas mesmo assim à noite, deitada na cama, é sagrado aquela bisbilhotada em emails e perfis.

E por estar sempre ligada no Face, fico por dentro das coisas que circulam por lá... e uma das coisas que bombou lá essa semana foi um clipe nacional. De quem? A banda mais bonita da cidade. Sim, esse é o nome da banda! O nome do hit? Oração.

Quando eu vi o primeiro share (comando que se dá pra compartilhar um link, uma foto, com todos da sua lista) eu achei que era algo religioso, não quis abrir... veio o segundo... não abri. No terceiro eu fui lá ver. Vai que era alguma oração que os Deuses tavam mandando eu ler, ouvir, rezar, sei lá! rs. E qual não foi minha surpresa quando abri o link e era um clipe que me contagiou!

Eu vou falar aqui das minhas impressões, de alguém que adora e respira música o dia todo, que adora um vídeo, um clipe, que é eclética, ouve vários tipos de música (exceto bizarrices que não classifico como música, ok?)... e claro, sou leiga! Não estudei música nem cinema... sou apreciadora, consumidora! ;))

Eu adorei!! Começando pelo vídeo? Bem feito, bem editado, gravado no plano sequência (significa sem cortes de áudio e imagem) que eu adoro! A coloração do vídeo da aquele ar que faz você gostar sem saber bem porque, dá um ar meio retrô, do interior...
Adorei a cantora cantando com aquele sorriso largo no rosto... acho que me identifiquei, pq sou assim cantando crente que tô abafando.
Outra coisa que eu adorei foi a bagunça! Eu sou bagunceira convicta e confessa... adoro! Todo mundo cantando, feliz, curtindo... sou, sou brejeira sim! rs. Logo me deu vontade de juntar uns amigos, pegar uma casa bem fofa e fazer um vídeo assim... alegre. A locação é outra coisa que me chama atenção. Eu adorei a casa... parece que sinto o cheiro de café coado em coador de pano daqui. Adorei!
Acho que são essas as minhas impressões do vídeo... mas tem a música!

Eu curti demais a música! Eu canto!! A música é simplezinha, parece música de banda de igreja de interior... a palavra penteadeira dá o tom non sense junto com a despensa! Pq isso nada tem a ver com coração... mas eu gostei!! Eu adoro ser non sense vez ou outra!!

Ela só tem refrão... Você repete sei lá quantas vezes os mesmos versos. Mas eu não me importei!
Tem quem diga que a música não tem letra. Concordo... não tem mesmo! Mas música pode ser música sem letra! Música = letra + melodia. E eu curti a melodia, os arranjos (com direito a pianinho de brinquedo e tudo) e o refrão em looping. Acho que pq eu escuto música em looping. Pego uma pra Cristo e ela se repete várias e várias vezes seguidas... deve ser isso.
"Ah, mas isso não é música, não é música séria." Vão dizer. E precisa? Precisa ser tecnicamente perfeita? Cumprir requisitos que não entendo nada de verso, refrão, sei lá o que? Pra mim não... pra mim basta alegrar o coração (é, eu adoro um clichê, ok?), me fazer balançar as pernas e despertar minha vontade de cantar. É... eu canto!! E muito! E todas! hahaha. Na minha afinação tosca, mas canto... e adoro! Curso de canto as soon as possible (assim que possível) pra poupar os ouvidos de quem convive comigo! rs

E assim foi Oração pra mim. Um viral de facebook que me pegou. Pq eu adoro o descompromisso, pq adoro o que é leve, o que não é sisudo, nem formal. É chatinho? Pode ser... cada um tem seu grau de tolerância, o meu é bem elástico... devem ser as agruras da vida. Nos deixam mais pacientes e tolerantes... e com olhares mais doces e menos críticos sob o outro. Ou pelo menos tenho tentado! :P

E só mais uma coisa... o vídeo é despretencioso... ele poderia ser de qualquer um de nós, que tem uma banda, junta uns amigos, pega uma locação afastada da cidade e vai gravar. Vocês acham que eles tinham noção do sucesso que esse vídeo seria? Não! E mesmo que eu não tivesse ouvido isso sendo falado pelos próprios eu já saberia... os caras nem cd tem gravado, tudo totalmente independente (agora acompanhado pela gravadora e produtora Trama). Se fosse comigo eu ia curtir demais todo esse inesperado... acho que isso me faz ver tudo sem olhares de crítica severa! Just enjoy it and be happy, anything else is just a foolish thing! ;)

Pra quem ainda não viu... que acredito seja a minoria, o vídeo.



Mas não é porque eu curti a musiquinha e o vídeo que não adorei a paródia! hahaha
Hoje no Face foi dia de dar share na paródia do vídeo. E ficou perfeita! Fala exatamente o que se pensa da música, gostando ou não. E sabe o que eu mais gostei nessa paródia!? É que ela não precisou ser cáustica ou agressiva pra ter graça, ser bem feita e fazer sucesso. Crítica e humor não precisam ser pejorativos! E a paródia me ganhou!!

Parabéns pra galera do Vida Ordinária!!



Nos vemos semana que vem...

Eu, Beta Bernardo, crítica de música e vídeo por um dia... pro Fantástico Criative-se!


Bjks!

Comentando:

Adorei os comentários!!!

Obrigada pelos elogios à escrita! ;)
Falo demais, logo escrevo demais! rs.

Mas preciso fazer algumas considerações.

Bianca disse uma coisa que foi exatamente o que eu senti (e acabei não escrevendo), não sei se foi a ideia deles, mas passa exatamente isso, que a música vai aos poucos contagiando e passando por todos até todos estarem juntos e cantando.

Vê, quando disse que o vídeo era simples, não quis dizer ele não fora pensado, elaborado, nem que a técnica, áudio, edição foram precários ou amadores... pelo contrário. Reconheço nele todo mérito! Simples no quesito: me dá uma casa que faço um vídeo sem efeitos especiais, várias locações e cara hollywoodiana. Tudo se passa numa casa do interior... ou fora da cidade. E foi isso que eu quis dizer com simples! Simplicidade! ;)

Vê e Flávia, cortes... bem possível que tenha existido. Se tenho certeza?! Não tenho!! Sou leiga! Nos créditos do clipe, no próprio youtube eles colocam que este foi feito em plano sequencia, que significa: uma cena longa (ou todo o clipe) sem cortes e a de uma sequência que foi gravada com o áudio junto com do vídeo, e normalmente somente o vídeo é utilizado.

A mim não importa nem um pouco se tem corte camuflado ou não... ficou super bem feito! Um dia aprendo a editar vídeo assim! ;))

Se a técnica é nova?! Não!! Eu mesma já mostrei uma aqui pra vcs, lembram? Aqui o áudio é colocado depois, mas as cenas foram sem cortes... e lembra bem o vídeo de hoje... ;)


Acho que é isso...

E pra quem não viu... vcs estavam em que mundo nos últimos dias?! ahahaha

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Bom dia Queridos!

Uma excelente semana para todos!

Um beijo

“Não dê ouvidos às intrigas e calúnias; só a árvore que produz frutos é que se vê apedrejada, para deixá-los cair. A árvore estéril ninguém dá importância. Siga à frente, e todos acabarão calando-se e no fim ainda baterão palmas ao seu trabalho.” (Autor Desconhecido)




sexta-feira, 20 de maio de 2011

O mágico atrapalhado

"Você é emocional demais!". Todo mundo já ouviu essa frase em algum momento da vida. E quase sempre com um tom de crítica, ou até de cuidado, mas dito de uma forma como se do outro lado estivesse alguém para quem o dispositivo razão não fizesse parte do pacote. No entanto, todos somos permanentemente emocionais e racionais e fazemos mais ou menos uso de um dos instrumentos porque somos permanentemente emoção e razão. Ninguém é diferente, ninguém é menos culpado, ninguém é melhor.

Sempre quis ser racional. Achava que era o caminho para crescer de forma equilibrada, analisando os aspectos e circunstâncias que surgiam na minha frente, mantendo uma distância que me permitia ver antes de reagir, buscando tantas vezes uma frieza que contivesse o botão de segurança para os momentos em que fosse inevitável deixar a emoção vazar. Nessas horas, era só acionar e a cadeira ejetora me tiraria do cenário.

Nem é preciso dizer que nunca deu certo. A minha cadeira ejetora foi produzida em versão mambembe, em algum fundo de quintal onde as emoções se reúnem secretamente para conspirar contra as armas da razão, impondo a jihad das reações destrambelhadas, e na qual a razão é parte, sempre parte, nunca razão.

Mas, como sempre nos satisfazemos - ou nos perdoamos - quando vemos no outro o espelho do que somos, fazendo-nos não os bichos raros do zoológico, mas os companheiros da mesma nave, faz tempo percebi que todo mundo é assim. Alguns alcançaram a habilidade mágica de usar as mangas do paletó para esconder as cartas, ou a cartola para disfarçar o coelho, e são tão eficientes, tão bons no que fazem, que parecem exemplos invejáveis da mais intensa e saudável racionalidade.

Outros, contudo - tribo essa onde, não sei porque cargas dágua, fui cair - se atrapalham com as mãos, tentam colocar a água do copo dentro do cone de papel jornal e molham a roupa; colocam a partner dentro da caixa para brincar de desaparecer e não há forma de encontrá-la nunca mais; se brincarem de usar as espadas atravessando uma outra caixa preta, periga alguém sair esquartejado.

Ando urgentemente precisando fazer um curso de mágica à distância. Ou melhor, fazer deste o meu nicho de negócio para os próximos anos. Acho que dá dinheiro. Afinal, o que não falta é aluno, é gente que, como eu, anda completamente inábil com os meandros da razão, jogando as facas e nunca acertando a maçã, tentando brincar de pegar as moedas nas orelhas dos outros e deixando todas caírem ao chão. Ah..tá...um certo exagero em tudo isso. Culpa da emoção.

Ainda está escuro - escrevo às 5h40 - e vejo da janela o Cristo Redentor emoldurado por uma linda e intensa luz vermelha. Ih..ele também faz parte do time da emoção!

Beijo grande.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Organizando uma festa de Toy Story – Post 2

O tempo no Rio de Janeiro quer me matar do coração! Estamos a alguns dias da festa é a chuva continua a cair sem parar por aqui. Ainda bem que eu ainda acredito em previsão do tempo (será que eu deveria?)... Estou acompanhando o site da CPTEC há 15 dias e a previsão tem se mantido a mesma desde então, sol começando a aparecer na sexta e se mantendo até segunda. A esta altura do campeonato, só me resta esperar!

Na organização da festa, sigo fazendo um pouquinho a cada dia. Agora, já estamos com quase tudo pronto. Só alguns detalhes para ajustar e a partir de quinta, me dedicar junto com a minha avó, a preparar os quitutes da festa – desta vez, além dos nossos tradicionais cupcakes, brigadeiro de colher, pavêzinho e tortinha de limão, vamos fazer docinho de banana no copinho!!! Vamos ver se vai dar ibope.

Como falei no post de semana passada, eu, Fê e Fábio fizemos a nave do Buzz. O que fizemos, não foi nada além de plotar uma imagem com 1,20m de altura e colar em uma caixa de papelão aberta. Depois unimos 2 caixas, abrimos uma porta e colamos na parte de trás. Ainda não tive coragem de recortar uma bolinha no rosto do Buzz, conforme tinha planejado, na hora fiquei com medo de dar errado, mas vou fazer isso esta semana. Guilherme e Duda já entraram e saíram tantas vezes da danada caixa, que vamos ter que substituir a parte de trás antes da festa sexta.



Para as sacolinhas, comprei: lápis de cera, régua, estalinhos, peãozinho, anel (segundo o Guilherme, anel mágico – brinde preferido por ele, vai entender... 50 anéis por R$1,50) e outras quinquilharias. Também coloquei lá dentro as bolinhas de sabão com etiqueta especial feita por mim e latinha com m&m etiquetada com a carinha do aniversariante. Guilherme está curtindo demais participar comigo de cada detalhe da sua festa!!! Muito bacana isso!!! Ele vai colocando os brindes na sacola e vai escolhendo para quem vai dar cada uma, uma graça!!! Ainda falta imprimir e cortar a revista “amigos do Guilherme, que inventei ontem de confeccionar. Vou tentar fazer isso ainda hoje.

Descobri, que as caixinhas que comprei para colocar flores e usar nos centros de mesa, como fiz na festa da Duda, tinham furinhos para passar fita! Eu não resisti e amarrei todas elas com fita xadrez azul. Ficou muito mai bonitinho!!!


Sábado minha irmã passou o dia comigo ajudando na colação e com isso eu consegui adiantar milhões de coisas. Colamos e cortamos todas as etiquetas das latinhas, que recheei com m&m ontem de noite.


Ainda no sábado fiz o “bolo de isopor”, esta é a primeira vez que uso um bolo que não é de verdade, mas como no pacote já estava incluído o bolo e eu e minha avó vamos fazer os cupckes e mini cupckes, achei que seria demais ainda fazer um bolo de 2 andares, por isso optei por um fake. Menos uma coisa para fazer na véspera! Pena que o “G” que encomendei em MDF ficou grande demais...




Domingo, quem foi lá em casa foi a Bia, que me emprestou os vasinhos e verdinhos do arsenal de festa que ele tem em casa. No domingo mesmo troquei as fitas e espetei meus palitos e pirulitos. O gostoso é que já dá para enxergar a festa ficando pronta!



Ainda na noite de domingo, forrei duas caixas de MDF com o tecido da toalha e troquei o laço dos regadores (que ainda estavam com o tecido xadrez rosa que usamos na festa da Dudinha).





Ontem, fui ao Saara mais uma vez e comprei Chapéus de cowboy para as crianças, colei um adesivo escrito amigos do Guilherme, assim como fiz nos distintivos que tinha comprado anteriormente. Não vejo a hora de ver todos os pequenos fantasiados, vai ou não vai ficar uma graça?



Não se vocês perceberam, mas tivemos um problema no sistema semana passada e perdemos todos os comentário que foram feitos na quinta... Peço desculpas a quem comentou, mas realmente não conseguimos recuperar os arquivos. Espero a compreensão de todos!

AH! Por favor, me ajudem a fazer um pensamento bem positivo, para que no domingo o Sol brilhe no céu e para que meu pequeno curta muito o dia do seu aniversário! Ele merece!

Um grande beijo e até semana que vem!

Lucia





quarta-feira, 18 de maio de 2011

Editorial de Moda - Mamãe Eu Quero

Oi!!!

Semana passada estive ausente! Estou de férias, estive fora e não consegui passar aqui pra postar ou justificar a ausência, nem mesmo programar um post, que era a minha intenção. Correria pré férias é fogo, né? Mas daí vem o descanso e tudo valeu à pena!

Então, hoje o post é pseudo post. É pra falar das férias, dizer que volto com tudo semana que vem (tomara) e que em compensação o meu blog pessoal/profissional tá saindo da zona de mofo! rs



Hoje tem post com fotos lindas do editorial que fiz pra Mamãe Eu Quero (MEQ), coleção 2011 de roupas caipiras.

Eu ia mostrar meia dúzia de foto, as roupas e tal.... mas não deu. O grau de fofice tava tanto que dei aquela exagerada que me é peculiar.

Então, se vc tem filho e quer aproveitar as festas juninas que rolam Brasil afora, passa lá e participa! é fácil fácil! ;))

Aqui só água na boca! ;))



Te espero lá no Beta Bernardo Fotografia!!! ;)))

Até quarta! ;))

Bjks, Beta

terça-feira, 17 de maio de 2011

Criative-se na cozinha - Com Flávia Thomé

Olá !

Estou de volta ao CRTVS com uma receita...

Já experimentou usar pão de forma para fazer doce ? Então, vamos lá...

Os ingredientes são :

- Fatias de pão de forma sem casca

- Leite

- Doce de leite

- Bananas

- Açúcar

- Canela

- Manteiga para untar a forma

Comece passando um rolo de massa sobre as fatias de pão. Elas vão ficar finas e compactas.

Depois, passe em cada uma um pouco de doce de leite pastoso - na primeira vez que fiz usei leite condensado mesmo !

Coloque sobre o doce de leite um pedaço de banana...

Enrole o pão, como se fosse um mini rocambole...

Coloque um pouco de leite num prato raso, e passe o rolinho no líquido, para que ele fique bem molhado...

Passe então o rolinho na mistura de açúcar e canela...

Distribua os mesmos numa forma untada ou anti-aderente...

Polvilhe o restante da mistura de açúcar e canela...

E leve ao forno !

Quando o cheirinho de banana cozida se espalhar pela casa e os rolinhos estiverem dourados, é hora de tirar do forno !

O ideal é servir ainda quentinho...

Esta receita permite variações de recheio... E pode até ser salgada ! É só fazer o mesmo processo de esticar o pão com rolo de massa, passar requeijão no lugar do doce de leite e rechear com presunto e queijo. Cubra com molho branco e queijo ralado, leve ao forno para gratinar e está pronto !!

É só esperar os elogios !

Depois passa aqui pra dizer se não é uma delícia...

Beijos !!

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