Há um tempo atrás postei lá no blog das crianças, a receita da ganache que usei nos cupcakes das últimas festas de aniversário lá de casa (festa de libélulas da Duda e na Festa de toy story do Gui). Como o público do meu blog é bem mais restrito e direcionado para mães, continuo recebendo diariamente e-mail me pedindo a receitinha. Resolvi então repetir aqui a tão famosa receitinha!
Quem me deu esta receita foi a Juliana Dutra, leitora que virou amiga virtual e de alguma forma impulsionada pela minha receita de cupcake, atual dona do próprio negócio, a Doceria da Naná. Não é muito chique isso minha gente!
Juliana é o exemplo que o mercado tem lugar para todo mundo e que para crescer na vida, nada melhor do que a generosidade! Esta menina tem futuro!
Vamos então à receita?
Ganache de chocolate para cupcake
Ingredientes: 250g de chocolate meio amargo da marca Garoto 250g de chocolate ao leite da marca Garoto 1 caixinha de creme de leite da marca Regina, com 25% de gordura
Modo de fazer: Derreta o chocolate no microondas em 3 ciclos de 1,5 minutos em potência 60% (se você mora em um lugar quente como o Rio de Janeiro, provavelmente o chocolate vai derreter em menos tempo). Retire a cada ciclo e mecha com a colher e observe quando estará totalmente derretido. Retire do microondas e deixe chegar a temperatura ambiente, ele deve refrescar, mas continuará liquido. Adicione o creme de leite e mecha até ficar uma mistura homogenia e brilhante. Leve ao freezer por 30 a 40 minutos ou até endurecer. Coloque no saco de confeitar com bico pitanga e decore o seu cupcake! O próprio calor da mão vai dar o ponto que você precisa para a voltinha ficar bem durinha! Comece a decorar pela parte de fora do cupcake e vá fazendo a volta, como se fosse um sorvete do Mc Donald’s.
Tenho certeza que está receita aqui, vai ser muito útil!
Não, eu não fui a Paris... não ainda!! Porque viajar eu acho que é o maior prazer que o trabalho pode me proporcionar! Tem coisa melhor?! E Paris tá na lista! ;))
Mas há duas semanas estreou o filme "Meia Noite em Paris". Aquela sexta de folga estava reservada pra ir ao cinema. Nas estreias um filme de Woody Allen, com Owen Wilson e com Paris no título. Eu nem pestanejei, combinei o horário e já sai comprando nossos ingressos! Eu sabia que a noite seria garantida e foi!
O filme é muito melhor do que eu pude prever vendo o trailler.
Se não bastasse o cenário ser Paris, o filme fala de música, artes, literatura. São referências e mais referências durante todo o filme. O que nos faz ter certeza de que estamos assistindo Woody Allen. Em todos os filmes que vi dele (poucos, diga-se de passagem) tinha lá o personagem culto, o escritor, o romance... daqueles nada perfeitos e nem sempre com final feliz!
Um dos filmes dele que primeiro me vem à cabeça é "Anything Else - Como tudo na vida". Adorei achar o trailler e rever um pouquinho. Preciso comprar (tô refazendo minha videoteca e saio comprando os filmes que gosto! Tenho TOC! rs) e assistir novamente.
Pra deixar vcs com vontade de assistir também! ;))
Owen Wilson é meu queridinho! Adoro os filmes e desde "Marley e Eu" ele me ganhou! Embora ele me dê raiva como o entrão e sem noção em "Dois é bom, três é demais"... mas me mate de rir em "Penetras bom de bico"! hahaha
O trailler tinha que ser do Marley (esse DVD tá sempre rolando por aqui - com caixinha de lenços - e eu decoro falas! rs), que mesmo vendo pela enésima vez me faz chorar! Mas nem é pelo cão... acho a história da família linda e pra mim esse é o centro do filme. O cão é coadjuvante no filme pra mim! rs. Quando Owen olha, de fora da casa, pra J. Aniston dançando com o cachorro... não tem cena que passe mais amor (É, tô romântica! Ai, ai... rs)
Voltando à minha noite em Paris... a cidade dispensa apresentações, embora todos mereçamos uma apresentação formal à cidade luz! O filme mostra todo charme que Paris exala, toda beleza, história e sofisticação que ela tem notoriamente! A sensação durante o filme é que você está lá! Que vc comunga com todos os personagens que vê, que percebe a chuva ao caminhar... é daqueles filmes que consegue a mágica de te transportar lá pra dentro dele e que quando acaba deixa aquela sensação de vazio... de que todos foram embora e vc esqueceu de ir.
Não vou entrar em certos méritos do filme pra não estragar a surpresa de quem vai ver (eu não curto nem um pouco que façam isso comigo!), mas é de um encantamento... E em vários momentos, minha ignorância cultural parcial me fez desejar ter um Google à mão ali mesmo. Mas eu resolvi isso assim que cheguei em casa e fui checar e me informar de certos dados! ;))
Sensacional!!!
A trilha, outra coisa que sempre me chama atenção em filmes, é deliciosa, clássica, atemporal!
E eu escolhi aquela que eu sai cantarolando do cinema pra trazer pra vocês. No filme ela é cantada por Cole Porter, mas não achei esse áudio por aí... mas a música é igualmente linda na voz de Ella Fitzgerald.
Linda, não!?
E finalmente o trailler do filme que é o motivo do post...
Deu vontade de correr e assistir, né?! Eu não tive a menor dúvida quando vi o trailler. Delicioso pra quem já foi a Paris e instigante pra quem deseja ir. Taí uma boa maneira de começar a viagem! ;))
E esse post tem o oferecimento e o incentivo de Luiza Coelho e Verônica Cobas, que ao longo do dia me incentivaram a escrever, já que o trabalho me envolvia duramente nesta terça, não podia deixar de agradecer a elas a força, a inspiração, a dica. A energia positiva do Mário, que tb acreditou que eu era capaz de fazer o post e não deixar a quarta vazia pra vcs!
Perceberam que foi preciso uma corrente pra frente pra sair um post hoje, né? rs. Mas ele saiu, espero que gostem e pra fechar deixo um pouquinho do francês que não falo (meu francês é de verbetes de dicionário de viagem, incapaz de formar uma frase longa! hahaha) na voz de Carla Bruni. Voz linda, doce, que encanta e inspira sempre!
E pq ela? Pq quando no facebook estávamos eu, Luiza e Vê falando do post, Luiza citou Carla Bruni e imediatamente, na minha playlist, que estava no modo aleatório, tocou essa música. Música que adoro, acho que minha preferida dela, que gamei depois de ouvir num filme (eu, tarada por trilhas sonoras) "500 days of Summer" (título que tb já consta em minha videoteca! :P), que aliás, vale ser visto de tão lindo que é.
Luiza Coelho... pra você, amiga!! ;))
Que esse monte de filmes, músicas, romance, possam esquentar os dias frios que temos enfrentado, não é verdade?! Só juntar com boa cia e edredon e tudo fica mais quentinho. Difícil tá sendo encarar as horas no computador... só mesmo com a ajuda do cobertor! rsrsrsrs
Foi assim que fiz o post pra vcs... congelando! hahaha
E eu resolvi fazer os pirulitos de chocolate para o aniversário do Arthur. Dureza !! Três tentativas de derreter chocolate para a cobertura e nada dava certo... Eu já estava desistindo, mas como boa brasileira que sou... Pedi ajuda à Lucia, que me indicou a Claudinha, do blog “Feito à mão”( http://www.blogfeitoamao.com/ ). E foi só ela me indicar o chocolate certo (para leigos, óbvio!!!!) que funcionou !
Para os pirulitos precisamos de : - Biscoito Maria - Doce de leite - Cobertura de chocolate para derreter (usei Harold) - Confeitos - Palitos de sorvete - Saquinhos de celofane e fitinhas para embalar
Comecei picando a quantidade de chocolate que usaria e deixando o material todo separado...
Depois montei os biscoitos recheando com doce de leite e posicionei os palitos.
Coloquei o chocolate para derreter, seguindo exatamente as instruções da embalagem.
Com o chocolate derretido, comecei a cobrir os pirulitos...
E salpiquei os confeitos...
Arrumei todos num tabuleiro forrado com papel alumínio e levei à geladeira para endurecer a cobertura.
Depois de prontos, coloquei nas embalagens, amarrando bem com a fita para que não entrasse ar.
Colei os adesivos temáticos e guardei numa caixa de isopor bem fechada, até o dia da festinha.
Fiz num domingo e servi na quinta feira seguinte...
Não ficaram fofos ?
Fez sucesso, as crianças adoraram... E os adultos também !
“A essência da vida é saber aceitar e compreender o que a vida nos proporciona, pois somos responsáveis pela colheita do que plantamos. Viva bem, viva a paz, sejas ponderado com você mesmo, pois somente assim saberás colher o fruto da sabedoria.”
Outro dia fui visitar uma amiga a quem conheço desde que tinhamos 13 anos. São 40 anos de amizade e de um afeto que jamais se abalou, mesmo quando estivemos distantes. Mas nesse dia, em particular, nos encontramos em sua casa, lugar onde eu já não ia fazia tempo. Jardim lindo, plantas e flores para todos os lados, decoração construída da forma que mais me encanta, que é aquela que conta a história da gente, dos lugares que visitamos e o que ali nos seduziu. Mas o mais incrível mesmo foi encontrar no meio do jardim uma mandala, que nada mais era do que a fogueira ao redor da qual nos sentaríamos no final da tarde, após o delicioso almoço.
Na história das civilizações, dois locais sempre marcaram simbolicamente os grandes encontros, as grandes decisões: a mesa do almoço e a fogueira. Como a fogueira não é algo tão comum e frequente em minha vida, mesmo em épocas juninas, a experiência na casa da minha amiga foi fantástica e ritualística. Já a ideia de um almoço familiar é coisa tão próxima e reconfortante, que valorizo e curto cada momento, independentemente do motivo ou razão que o fez acontecer.
Pois o post de hoje mistura crônica e receita. Tem cheiro de comida gostosa e alma daquela aconchego familiar que sempre me diverte e conforta. Ontem foi um dia assim e a receita que minha irmã preparou foi o risoto de carne seca e abobrinha. Paralelamente para os que não comem carne, minha sobrinha, Fernanda, que escreve aqui no Criative-se às segundas-feiras, fez risoto de queijo de cabra com champignon. Todas as duas receitas, deliciosas. Como não sou Beta Bernardo, Lucia Laureano e nem mesmo candidata a lambe-lambe, as fotos não são grande coisa. Ainda mais porque tentei fazê-las sem flash, buscando incorporar uma inspiração que costumo ver nas fotos que acho legais. Claro que não consegui. Mas vamos combinar assim: o que vale é a receita e a razão de estarmos juntos. O resto fica por conta do bom gosto de cada um. Vamos lá?
Risoto de Carne Seca e Abobrinha
Carne Seca:
- 1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
- 1/2 kg de carne seca magra ( dessalgada anteriormente)
- 1 colher ( café) de pimenta verde
- 2 cebolas médidas bem picadas
Para refogar o risoto:
- 1/2 xícara ( chá) de alho picado
- 2 colheres (sopa) de alho picado
- 100 g de bacon fatiado
- 1/2 xícara (chá) de vinho tinto
- 1 litro de água onde foi cozida a carne seca
- 1/2 kg de abobrinha picada
- 1 colher de sopa de manteiga
- 1/2 xícara ( chá) de ervas frescas picadas ( alecrim, salsinha, cebolinha e manjericão)
Os ingredientes da receita.
Coloque a carne seca na panela – a wok é uma boa opção – e regue com o azeite.
Coloque as pimentas verdes, junte a cebola picada e refogue, mexendo sempre, por cerca de 5 minutos.
Depois de refogada a carne-seca com a cebola e a pimenta verde, retire do fogo e reserve.
Aproveite a mesma panela, coloque o azeite restante e frite o alho e o bacon ( caso não queira, como foi a nossa escolha, não inclua).
Junte o arroz e mexa bem. Em seguida, junte o vinho tinto e deixe evaporar.
Coloque o refogado de carne seca e junte aos poucos a água onde foi cozida a carne seca. Se preferir, substitua essa água pelo caldo de carne ou legumes. Vá mexendo e repondo água até que o arroz esteja cozido, embora úmido.
Com o arroz já cozido e com a consistência cremosa comum ao risoto, coloque a abobrinha, as ervas finas e a manteiga.
Para valorizar ainda mais o prato, frite alguns pedacinhos de queijo de cabra e coloque por cima do risoto. E sirva rápido…não porque o prato foi esfriar ou perder o sabor, mas porque, a essa altura, a vontade de saborear já é imensa. Escolha um bom vinho, ou a bebida que você quiser, e divirta-se. Estar em família pode ser muito bom. Para mim, sempre é.
Sim…em próxima oportunidade, mostro aqui a receita do risoto de queijo de cabra.
Eu sou como Sansão, tenho todas as minhas forças na minha cabeleira, não que meu cabelo seja grandes coisas, mas até por isso tomo o maior cuidado, tenho vontade de morrer quando algo dá errado com ele.
Minha família inteirinha, só corta cabelo com um cara. Este cara começou pequeninho no subsolo de uma galeria e eu frequento o tal salão desde que tenho uns 10 anos. Minhas farpas com o dito cujo começaram na adolescência, quando meu cabelo passou do liso absoluto ao parcialmente revolto. Um dia, o tal cabeleireiro repicou meu cabelo de tal forma que saí do salão chorando e nunca mais voltei.
O salão cresceu muito e o tal cara passou a ser um dos cabeleireiros mais badalados do bairro. Eu, depois de muita ressalva, me rendi à beleza do salão e voltei a freqüentar. Acho que a influência familiar de ter todas as minha referencias pessoais cortando cabelo ali mexam comigo de alguma forma.
Eis que no último sábado eu tinha um casamento para ir à noite. Minha mãe disse que ia para o salão e perguntou se eu não iria, e ainda se ofereceu para levar Guilherme para também cortar as madeixas. Eu não estava com muita vontade fazer grandes investimentos no cabelo e sempre acho escova um dinheiro jogado fora. Foi aí que tomei a pior decisão dos últimos tempos: Ia cortar o cabelo, assim pagaria o corte (já tinha um ano que eu não cortava) e já sairia com o cabelo escovado.
Depois que minha mãe e Guilherme já estavam prontos, chegou a minha vez. O cabeleireiro perguntou: “-Vamos tirar uns 4 dedos?” Eu respondi: “-Não 2!”. Meu cabelo estava no meio das costas, abaixo da marca do sutiã e só pode ser picotado do ombro para baixo, se não o danado enrosca e encrespa.
O cara começou o corte, no melhor estilo diva de filme, saca? Vai levantando e vai cortando e vai balançando e eu sem noção nenhuma do que estava sendo feito com o meu cabelo.
Ele acabou e foi logo chamando as suas assistentes, e antes que eu pudesse me dar conta do que é que tinha acontecido já meu cabelo estava sendo escovado por duas pessoas ao mesmo tempo.
A primeira impressão até que foi boa, apesar do comprimento estar pouco abaixo do ombro, o que era muito além dos dois dedos que havia pedido. O cabelo era de comercial de xampu, totalmente esvoaçante e cheio de movimento.
Estávamos atrasados para a cerimônia e eu naquela hora ainda estava pensando na logística de arrumar as crianças e sair de casa, para chegar no local da festa antes da noiva. Paguei absurdos R$80,00 pelo corte e fui embora correndo.
Já no meio da festa, uma amiga achou meu cabelo meio murcho, foi quando comecei a colocar a mão nos cabelos e percebi que tinha pouco cabelo. O fulano havia picotado a parte de trás do meu cabelo toda! O corte é parecido com o da Marina da novela.
No dia seguinte não tive coragem de lavar, pois tinha certeza que aquilo estragaria o meu domingo. Ali eu já sabia o que me esperava depois da lavagem.
Dito e feito! Segunda acordei meia hora mais cedo, pois sabia que precisaria secar o cabelo antes de sair para o trabalho. Só que se eu pensava que a situação era triste, ela era pior! O cabelo tá tão repicado, que se secar ao vento eu vou parecer a própria personagem de novela dos anos 70! Só ta faltando a polaina!
A raiva toma conta de mim! Vontade de matar o cara, ou de pelo menos voltar lá de cabeça lavada para mostra o que ele fez comigo!
Agora acho que só me resta faz uma escova progressiva daquelas bem brabas, rezar uma ave Maria e um pai nosso, para seguir a vida ser ter vontade de enforcar aquele inconseqüente! Quem sabe daqui a uns seis meses ele já está de um tamanho que não pareça uma carapinha...
Bom final de semana para vocês! Aproveitem o dia livre por mim, pois vou ter que ficar algumas horas a mais na frente do espelho escovando este cabelo, para ver se não assusto criancinhas por aí!
O primeiro post sobre livros infantis fez sucesso... Mas só depois percebi que não coloquei sugestões de livros para os bem pequeninos... Então, o post ganhou continuação ! E, também, algumas sugestões de DVDs.
No fim do post tem... SURPRESA !
“Meus carrinhos” – Ed. Salamandra
Livro de tecido acolchoado, cada página traz um carrinho diferente preso com velcro. A criança pode retirar para brincar. Fechando o zíper, vira uma maletinha...
“Na piscina com o patinho” – Ed. Salamandra
Coleção de livros de plástico, ótimos para levar pro banho ! Vários temas, cada um vem com o personagem correspondente atoalhado.
“Peixonauta” – Ed. Melhoramentos
Coleção de livros de banho com temas variados, como : formas, cores, amigos...
“Cocô no Trono” – Ed. Cia das Letrinhas
Ótimo para ajudar no desfralde, mostra vários bichinhos usando o “trono”... E no final, a criança aperta a descarga, que faz barulho !
“A casinha de brincar da Ninoca” – Ed. Ática
Ninoca é uma ratinha que adora se divertir com os amigos. Amarrando as capas montamos uma casinha de boneca. Vem com vários personagens para destacar e brincar.
DVDs “Peppa Pig” – Log On Editora Multimídia
Peppa Pig é uma porquinha engraçada, que adora brincar com seu irmãozinho. Mostra o cotidiano familiar de forma divertida e lúdica. Vencedor do prêmio de melhor animação pré-escolar.
DVDs “Ninoca” – Universal Pictures
Vários temas, mostra brincadeiras e situações típicas do cotidiano vividas pela ratinha Ninoca e sua turma.
DVDs “Bebê mais” – Paramount
Ótimo para os bem pequenos, prende a atenção por ser musical. Cantigas populares se misturam a temas clássicos. Estimula a lógica, a concentração e a criatividade.
Das opções acima, sou muito fã do “Bebê Mais” e da “Peppa Pig” ! Lá em casa Arthur começou a falar repetindo o que ouvia no DVD do “Bebê Mais” e decorou várias cantigas... E para que vocês conheçam a porquinha fofa, vamos sortear aqui no Criative-se um mini-DVD da Peppa ! É só deixar um comentário ou sugestão de livros ou DVDs para os pequenos até 23:59h da próxima sexta feira, dia 24 de junho e o resultado do sorteio será publicado no dia 28 de junho.
Não esqueçam de deixar o nome ! Participem !!!!
Beijos e até a próxima...
Flávia Thomé
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Bom Dia Queridos! Estou de volta depois de uma pequena aventura!
Uma Excelente semana para todos! "Não há nenhuma grandeza onde não há simplicidade" (Tolstoi)
Me perdoei essa semana e foi bom. Porque me perdoei e me permiti compreender o quanto de perdão há em amar e se deixar ser amado. Somos tantas vezes turvos no amor, impedindo-nos de reconhecer que as relações humanas, mas principalmente as relações de afeto, não se constroem em perdas e ganhos. Mesmo quando alguém nos faz sofrer, não há perdas, nem mesmo do tempo em passamos sentindo a dor. Não há ganhos também para aquele que, ao nosso olhar, nos trouxe incômodo ou desamor. Há tão somente uma incrível oportunidade de aprender. Com nossas reações, com a reação dos outros, com aquilo que nos oferecemos de bom todas as vezes em que nos perdoamos.
Posso daqui dizer que o exercício do perdão é algo que tenho construído nos meus 53 anos de vida. E ainda não cheguei completamente lá, no nirvana da isenção da alma, quando, tal qual a bíblica orientação, damos a outra face. Sou absolutamente mortal e repleta das homéricas falhas que, tantas vezes, me empurram para a vontade humana do "nunca vou conseguir esquecer ou perdoar isso!". Mas o curioso é que a gente esquece, ou permite que se esvaia de tal forma pela vala comum dos acontecimentos fugidios, que as poucas gotas do que resta possibilitam a sensação reconfortante de que não houve perda nem ganho. Só a conquista de sermos indiferentes à lembrança daquela dor.
Nessa trajetória cinquentenária na direção da compreensão e percepção do perdão, nem tudo foi fácil, mas tenho hoje a clara noção de que foi libertador. Principalmente porque me permitiu encontrar e conseguir enxergar as vantagens do perdoar a si próprio. Sim, eu me perdoo e isso tem sido transformador na minha relação tantas vezes dificil com o perdão aos outros.
Relendo crônicas antigas que escrevi aqui para o Criative-se, já na pré-seleção dos textos que farão parte do livro que vou editar, encontrei uma que fala exatamente sobre o perdão – que não é de surpreender porque sei o quanto gosto de falar do assunto. O trecho dizia:
“Experimente ver assim: fora raríssimas exceções, não existem ações realizadas por nossos interlocutores, e que nos ferem, nos machucam, sem que nelas não estejamos envolvidos. Isso significa dizer que o gesto, a palavra, a intenção do outro, e que tem sobre nós o efeito bombástico da arma que faz doer, contou com nossa participação, ainda que não como agente. Ou seja, e sei que isso não é simples, mas está longe de ser paradoxal, somos parte da ação que nos machuca. Se somos parte e temos sobre nossa parte, tantas vezes, o livre arbítrio, por que não reconhecer nossa própria culpa e nos oferecer a sanativa dose do perdão que nos cabe?
E então me perdoo, sim. Às vezes tão rápido, eventualmente de forma mais lenta. E nessa estrada, de curvas agudas, declives abissais e asfalto irregular, eventualmente encontro as linhas retas que me fazem perceber o quão bom é não amargar em mim, em nós, a dor de um gesto, de uma palavra mais dura, que até pode ter sido dilacerante, mas que vai cicatrizar. Porque é assim que somos: facilmente feríveis e intensamente cicatrizáveis (com a licença poética das palavras inventadas).
É claro que tantas vezes construímos dentro da gente mirabolantes explicações para poder encontrar o caminho que nos faça nos entendermos com nós mesmos. E sei que esse caminho que proponho aqui, e que certamente não é original porque senão estaria eu concorrendo ao Prêmio Nobel das discussões existenciais, é tão somente uma forma de olhar, uma escolha pelo que mais conforta. Contudo, é isso que buscamos na vida, não? O conforto para sermos capazes de ver melhor o que, tantas vezes, só se turva à nossa frente”.
Sim, tal qual dizia essa crônica antiga, me perdoo. E certamente hoje com um olhar ainda mais reflexivo e menos egóico. Me perdoo justamente porque já sou capaz de perceber ,ou pelo menos de me fazer entender, que me sentir culpada ou responsável por alguma coisa é tantas vezes uma forma vaidosa de me preservar como parte daquela história, como personagem importante e fundamental para que aquele enredo evolua e seja aplaudido pela platéia no final.
Outro dia uma amiga me disse que, na opinião dela, era possível fazer a divisão entre o que somos emocionalmente, racionalmente e intuitivamente. Segundo sua surpreendente proposição, podíamos separar, e de forma autocontrolada, as expressões emocionais daquelas ditas pela voz da racionalidade ou da intuição. Perguntei à ela a fórmula mágica e ainda estou esperando a resposta. Porque se assim fosse, jamais magoaríamos alguém racionalmente e nós sabemos que, tantas vezes, é assim que fazemos. Nem perdoaríamos racionalmente. Não sei se essa separação é possível, realmente não sei se isso é algo que busco. Acho que queremos o equilíbrio, o centro, o eixo que nos permite perdoar, mas principalmente compreender. Porque quando compreendemos, seguimos adiante sem olhar para trás. Aí sim é muito mais fácil não tropeçar na calçada. E nem ralar o joelho.
Semana passada foi dia dos namorados, eu queria preparar para o Fábio algo que fosse feito por mim. Não sabia exatamente o que eu ia fazer, mas tinha certeza que o melhor presente que poderia dar a ele, era algo que remetesse aos nossos 4 anos de namoro/noivado e os 7 de casamento.
Passeando por aí, vi um post no Feito a mão, blog da Claudinha Ramanho, onde ela contava e mostrava que estava preparando um mini álbum de presente para o dia dos namorados. Adorei a ideia e me inspirei! Preparei um molde com 10 retângulos e deixei a criatividade fluir. Separei um kit de scrap que gosto e que acho que tem tudo a ver com dia dos namorados, escolhi algumas boas fotos da nossa vida juntos ao longo destes 11 anos e mandei bala.
Com a arte pronta, imprimi em papel 170g e aí que fui pensar no que ia fazer com aquilo. A ideia inicial era fazer um álbum com as páginas em forma de sanfona, e é impossível acertar a impressão no frente e verso para este tipo de dobradura. O jeito seria colar a frente no verso. Eu suspeitei que não fosse ficar com bom acabamento. Além disso, eu imaginei que usando papel Paraná em todas as páginas, eu teria maior durabilidade da lembrança.
Foi aí que resolvi que o meu mini álbum de fotos se transformaria em um chaveiro artesanal! Com páginas independentes de impressão frente e verso e com um miolo de papel Paraná. Um presente romântico, delicado e feito por mim!
Para fazer o Chaveiro artesanal, você vai precisar de:
Impressão da arte que será utilizada; Papel Paraná (tipo de papelão bem duro, muito utilizado para fazer pranchas de apresentação e maquetes. Pode ser encontrado em papelarias mais completas como aqui no Rio, a Casa Cruz) Base para corte; Régua de metal; Estilete; Cola branca para artesanato; Pincel; Tinta para acrílica para artesanato na cor preta; Pedaço de esponja; Ilhós; Crop a Dile ou alicate de colocar ilhós e furadeira; Corrente de bolinhas para chaveiros e fechamento para o mesmo; Tesoura; Verniz spray.
Para começar, corte toda a sua arte com o auxílio de régua de metal e estilete – na tesoura o acabamento nunca fica perfeito. Passe cola em um pedaço de papel Paraná com auxílio de um pincel largo e cole a sua arte. Com cuidado, apare as sobras de Paraná, utilizando mais uma vez a régua e o estilete. Passe cola com o pincel, no outro lado do Paraná e com cuidado aplique o verso da arte. Molhe a ponta da esponja na tinta preta e vá, aos poucos, carimbando o topo do Paraná com a esponjinha, até que todo o bege suma. Não se preocupe se este processo for sujando a sua impressão, na verdade isso vai dar um efeito envelhecido super bonito e ainda vai reparar pequenas imperfeições que possam ter havido no corte. Com a Crop a Dile ou furador de papel comum, faça um furo no canto superior e aplique um ilhós. Utilize a primeira página pronta como molde para as demais páginas. É importante que todos os furos fiquem exatamente no mesmo lugar. Com tudo quase pronto, aplique uma fina camada de verniz em spray – eu uso sempre o fosco, mas é de gosto de cada um. Quando estiver bem seco (uns 25 minutos) vire e aplique no outro lado também.
Corte um pedaço de corrente do tamanho que desejar, uma tesoura normal pode cortar este material sem problemas. Feche com a pecinha específica e aplique algumas fitinhas para enfeitar. Está pronto um presente cheio de sentimento e que tenho certeza que fará o maior sucesso. Pelo menos o meu surpreendeu totalmente!!! Tá esperando o que? Mão na massa pessoal! Só não se esqueçam de mandar as fotos para que eu possa ver a arte de quem eu ando inspirando por aí... Beijos e até semana que vem!!!!